Consultório 1: Rua Alberto Teixeira da Cunha, 38 sl 610. Nilópolis. RJ. Tel: (21) 99088-9494
domingo, 5 de maio de 2013
AMADURECER....
Amadurecer nos torna fortes e isto não tem nada com a quantidade de anos vividos.
Aprendo o quanto amadurecer pode nos proporcionar um enriquecimento de vida. Vida, assim, dividida, sempre nova, fértil, plena, encantadora, mas na qual não podemos apagar as cicatrizes da alma, as marcas das experiências que nos constroem.
Amadurecemos muito com os sofrimentos, as perdas, a distância, a saudade, os diversos “pra sempre” e “nunca mais”. É a incrível descoberta de um eu profundo e paradoxalmente jovem, novo, sedento de releituras. Isso porque o nosso olhar muda. Passamos a ver a vida sob uma ótica mais amena, menos rigorosa, mais terna e mais valorizadora dos pequenos encantos do cotidiano, com menos pressa e mais ternura.
Amadurecer não significa perder a vibração e a magia perante o novo, mas vibrarmos numa outra faixa, com mais responsabilidade pelos nossos sentimentos e pelos alheios.
Amadurecer significa ramificar e se abrir, expor ao mundo a riqueza de nossas experiências, se descobrir em limites e potencialidades, querer continuar bebendo no pote da vida.
Amadurecer é esta maravilhosa descoberta do eu que enfrenta os problemas com a mesma coragem e determinação que batalha pelos sonhos.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
TRANTORNOS INVASIVOS DO DESENVOLVIMENTO
Essa Classificação equivale ao Antigo DSM- IV o qual sai de vigor agora no mês de Maio e passa
entrar em vigor DSM- V, com alterações....
Autismo
Quais são os Transtornos do espectro autista?
Há três diagnósticos que estão atualmente classificadas como Transtorno do espectro autista (TEA). Eles são:
• Transtorno Autista, às vezes conhecido como o autismo clássico ou autismo infantil
• Síndrome de Asperger, também conhecido como Transtorno de Asperger
• Transtorno Invasivo do Desenvolvimento - Sem Outra Especificação (PDD-NOS)
Todos os três compartilham características, às vezes conhecido como a "TRÍADE DE DEFICIÊNCIAS", ou seja,
► DIFICULDADES DE COMUNICAÇÃO,
► DIFICULDADES DE INTERAÇÃO SOCIAL E
► COMPORTAMENTOS REPETITIVOS / INTERESSES RESTRITOS.
As crianças diagnosticadas com TEA Tem algum tipo de dificuldade em todas as três áreas, embora estes variam significativamente de pessoa para pessoa.
Como é um diagnóstico de TEA é feito?
Não há exames de sangue ou testes genéticos para o autismo, nem características físicas não específicas que indicam que uma pessoa tem TEA. Em vez disso, o diagnóstico é feito com base em comportamentos observados por um médico experiente (pediatra, psicólogo, fonoaudiólogo ou uma combinação de todos estes), juntamente com informações sobre o desenvolvimento da criança. A pessoa que faz um diagnóstico procura por um padrão de comportamentos entre as três áreas mencionadas acima:
• Comunicação - sinais incluem dificuldades de desenvolvimento da fala e linguagem, dificuldades usando uma linguagem adequada, incluindo dificuldades de iniciar e manter conversação, linguagem estereotipada, incluindo ecolalia, uso limitado de contato visual e outras formas não verbais de comunicação
• Interação social - sinais incluem dificuldades desenvolver relacionamentos com seus pares - algumas crianças não estão interessados em outras crianças, alguns são muito interessado, mas não sabe como interagir apropriadamente; dificuldades compreender e responder às emoções das outras pessoas; compartilhamento limitado de gozo ou interesses
• Comportamentos repetitivos / interesses restritos - invulgarmente interesses intensos ou focada em particular objetos, temas e ações, movimentos incomuns ou repetitivo, uma forte necessidade de mesmice ou de adesão à rotina...
http://www.autismtraining.com.au/public/index.cfm?action=showPublicContent&assetCategoryId=1021
entrar em vigor DSM- V, com alterações....
Autismo
Quais são os Transtornos do espectro autista?
Há três diagnósticos que estão atualmente classificadas como Transtorno do espectro autista (TEA). Eles são:
• Transtorno Autista, às vezes conhecido como o autismo clássico ou autismo infantil
• Síndrome de Asperger, também conhecido como Transtorno de Asperger
• Transtorno Invasivo do Desenvolvimento - Sem Outra Especificação (PDD-NOS)
Todos os três compartilham características, às vezes conhecido como a "TRÍADE DE DEFICIÊNCIAS", ou seja,
► DIFICULDADES DE COMUNICAÇÃO,
► DIFICULDADES DE INTERAÇÃO SOCIAL E
► COMPORTAMENTOS REPETITIVOS / INTERESSES RESTRITOS.
As crianças diagnosticadas com TEA Tem algum tipo de dificuldade em todas as três áreas, embora estes variam significativamente de pessoa para pessoa.
Como é um diagnóstico de TEA é feito?
Não há exames de sangue ou testes genéticos para o autismo, nem características físicas não específicas que indicam que uma pessoa tem TEA. Em vez disso, o diagnóstico é feito com base em comportamentos observados por um médico experiente (pediatra, psicólogo, fonoaudiólogo ou uma combinação de todos estes), juntamente com informações sobre o desenvolvimento da criança. A pessoa que faz um diagnóstico procura por um padrão de comportamentos entre as três áreas mencionadas acima:
• Comunicação - sinais incluem dificuldades de desenvolvimento da fala e linguagem, dificuldades usando uma linguagem adequada, incluindo dificuldades de iniciar e manter conversação, linguagem estereotipada, incluindo ecolalia, uso limitado de contato visual e outras formas não verbais de comunicação
• Interação social - sinais incluem dificuldades desenvolver relacionamentos com seus pares - algumas crianças não estão interessados em outras crianças, alguns são muito interessado, mas não sabe como interagir apropriadamente; dificuldades compreender e responder às emoções das outras pessoas; compartilhamento limitado de gozo ou interesses
• Comportamentos repetitivos / interesses restritos - invulgarmente interesses intensos ou focada em particular objetos, temas e ações, movimentos incomuns ou repetitivo, uma forte necessidade de mesmice ou de adesão à rotina...
http://www.autismtraining.com.au/public/index.cfm?action=showPublicContent&assetCategoryId=1021
JORNALISTA CRIA SITE QUE RECONTA NOTÍCIAS DO MUNDO PARA CRIANÇAS
Uma das características que mais marcam a Geração Z é a facilidade de lidar com as novas tecnologias. Já não é mais surpreendente ver crianças de 5 anos - ou menos - usando tablets, smartphones e computadores de forma avançada. As variadas abas expõem que as crianças também possuem gosto por notícias e capacidade de absorver muitas informações simultaneamente. Porém, nem sempre os usuários mirins conseguem entender o que muitos portais de notícias veiculam nos domínios.
A jornalista Simone Ronzani pensou nas dúvidas que seu filho tinha após ouvir e ler as notícias e criou o Recontando, site que cria animações sobre as notícias mais repercurtidas nas redes sociais. Cada animação é desenvolvida com precisão para deixar a notícia mais clara e didática possível para que as crianças, principal público alvo do domínio, absorvam os fatos que as circundam ao redor do mundo.
Em entrevista a INFO Online, a jornalista explica como começou o projeto e conta um pouco sobre o sucesso do site, que foi ao ar em março, mais precisamente no último dia 30.
Como surgiu a ideia do Recontando? - Foi em 2009. No final do ano, eu e meu filho Henrique, de oito anos, estávamos indo ao Shopping comprar presentes de natal. Exatamente neste dia, ocorreu um incêndio no Plaza Shopping Niterói, impedindo a gente de pegar o presente de natal. Ao dar meia volta, percebi que meu filho estava atento às notícias do rádio, mas sempre me perguntava o que elas queriam dizer. Após isso, percebi que as crianças também possuem interesse em saber o que ocorre no mundo.
Desde então passei a estudar a geração do meu filho. O Recontando foi o projeto da minha pós-graduação. Após os estudos, percebi que existia um "gap" no mercado editorial - as notícias. Durante a minha pesquisa, notei que as crianças "torciam o nariz" para os jornais, mas que as notícias sempre chegavam nelas, independente do meio.
Quantas pessoas fazem parte do projeto? - A equipe do recontando conta com três jornalistas e mais três ilustradores que estão dedicados 100% do tempo no site.
Qual é a frequência de publicações do site? - Nós fazemos atualizações até três vezes por semana. Essa frequência é limitada por conta das ilustrações, que demoram mais para serem realizadas. É difícil fazer o "hard news" para as crianças. Publicar uma notícia para elas é um longo processo.
Qual é a média de visitantes do site? - Desde que o Recontando foi ao ar (30 de março), já ultrapassamos a marca de 10 mil visualizações. A taxa de retorno chega a ser de 3,8 mil usuários.
Apesar de ser um site para crianças, o site também consegue atingir o público adulto. A página oficial do Facebook já conta com mais de 6 mil fãs, sendo 36% entre 25 e 55 anos. Percebemos que, pelo engajamento no Facebook, muitos visitantes acabam sendo jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de entender o fato. Nós temos muitos relatos de usuários mais velhos que acompanham as notícias para crianças.
Qual é o critério para transformar a notícia para as crianças? - A gente troca muita ideia na redação sobre o que está acontecendo e seria legal de contar para os mais jovens. Mas também recebemos diversas sugestões das próprias crianças.
Existe algum editor mirim para analisar a notícia antes de ser publicada? - Sim. Antes de publicar a notícia, nós passamos as histórias para quatro colaboradores, que visitam a redação duas vezes por semana. O legal é que as crianças são verdadeiras e costumam criticar quando não entendem a abordagem de um determinado assunto.
Teve alguma matéria que os editores não aprovaram? - Teve sim, mas ainda bem que só foi uma vez. Eles costumam ser bem exigentes. A matéria sobre jogos de futebol na altitude teve que ser refeita após a rejeição das crianças. Esquecemos de informar o que acontece com o corpo humano quando os jogadores de futebol participam de partidas na Bolívia, por exemplo. Reescrevemos a matéria, que foi aprovada depois.
Para melhor análise, enviamos um questionário para três crianças, logo após a execução de um vídeo. De 15 questões que formavam o "quiz", um deles acertou 14, outro 13 e o último 12. É esse resultado - de passar a informação clara - que a gente pretende alcançar.
Quais são os próximos passos para o Recontando? - Atualmente possuímos uma parceria com a "Escola Nossa" em Niterói, Rio de Janeiro. Quinzenalmente vamos para o colégio e apresentamos o episódio inédito para os alunos. Após a exibição, dividimos as crianças em grupos e criamos algumas atividades para ver o nível de entendimento da notícia. Esse tipo de atividade está funcionando e estamos bem satisfeitos com o resultado atual do site.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
QUANDO LEVAR O FILHO A UM PSICÓLOGO?
Em que momento deve-se começar a pensar na possibilidade de levar ofilho para uma avaliação psicológica, e quem sabe um tratamento?
Aqui vão algumas perguntas as quais devemos encontrar respostas, mediante reflexão.
A primeira e mais importante delas é: o meu filho está tendo algum comportamento que esteja prejudicando sua qualidade de vida ou interferindo no seu cotidiano?
Algum comportamento que ele tenha, está prejudicando significativamente seu relacionamento em casa, com os amigos; seu desempenho na escola ou ainda sua saúde de forma geral?
Se a resposta para esta pergunta for sim.
Temos algumas outras questões sobre as quais seria importante pensar:
- Há quanto tempo persiste o comportamento ?
- Foram feitas tentativas de ajudar a criança a superar esta situação ?
- A criança respondeu bem, mas depois voltou ao comportamento, ou a tentativa não teve sucesso?
- Existe apenas um problema, ou o problema visível (apresentado) faz parte de um número maior de problemas, alguns dos quais talvez não sejam imediatamente óbvios ?
- Talvez não seja um problema com ele, de fato, mas não estou conseguindo lidar com esta situação, neste momento?
Diante destas perguntas, e a reflexão sincera com relação as respostas, temos um ponto de partida, e podemos chegar a uma conclusão sobre a importância do olhar de um profissional especializado neste momento.
Vejamos algumas situações que podem nos indicar a necessidade de uma avaliação:
As crianças em geral mostram sua angústia direta e claramente através de seu comportamento (por ex. sentir medo frequentemente, fobia, ficar zangada, bater, chorar, ficar agitada e/ou apresentar falta de atenção constante, comportamentos ritualísticos – ex: lavar as mãos muitas vezes,... queixar-se de dores de cabeça, estômago, falta de ar sem motivos aparentes ou orgânicos previamente avaliados por um médico, compulsão ou ainda apresentar outros comportamentos marcantes e inadequados).
Às vezes, no entanto, elas se comunicam de maneiras mais sutis. Por exemplo, as crianças podem ficar muito quietas ou retraídas, podem ficar relutantes em brincar com outras crianças ou mostrar menos imaginação quando estão brincando.
Esses são alguns sintomas ou sinais que podem indicar que seu filho precisa de ajuda.
Num primeiro momento o profissional que o atender fará entrevistas com a família, após o que se iniciará o período de avaliação da crianças, que deverá ter duração de algumas sessões.
Então, o psicoterapeuta lhe dirá qual é a sua opinião. Se ele julgar que existe um problema, pode recomendar que seu filho entre em tratamento.
O tratamento psicoterápico é bastante variável quanto aos procedimentos a serem utilizados e a sua duração. Estes aspectos dependerão do tipo de questões que seu filho apresenta, bem como da aderência não só da criança, mas também da família ao tratamento. E este é um ponto muito importante a ser abordado: quando uma criança entra em processo de psicoterapia, o acompanhamento, a participação e a aderência da família são fundamentais para que se obtenha o melhor resultado. E o melhor resultado, por assim dizer, sempre será O BEM ESTAR DO SEU FILHO E DA SUA FAMÍLIA.
Prolongar fatores estressantes e comportamentos inadequados do ponto de vista do bem estar podem causar sérios prejuízos à vida futura de seu filho.
A prevenção e o tratamento psicoterápico na infância e na adolescência oferecem maior possibilidade ao seu filho de não cristalizar comportamentos que poderão ser nocivos à sua vida.
Assim, percebendo a necessidade, procure serviço especializado.
Aqui vão algumas perguntas as quais devemos encontrar respostas, mediante reflexão.
A primeira e mais importante delas é: o meu filho está tendo algum comportamento que esteja prejudicando sua qualidade de vida ou interferindo no seu cotidiano?
Algum comportamento que ele tenha, está prejudicando significativamente seu relacionamento em casa, com os amigos; seu desempenho na escola ou ainda sua saúde de forma geral?
Se a resposta para esta pergunta for sim.
Temos algumas outras questões sobre as quais seria importante pensar:
- Há quanto tempo persiste o comportamento ?
- Foram feitas tentativas de ajudar a criança a superar esta situação ?
- A criança respondeu bem, mas depois voltou ao comportamento, ou a tentativa não teve sucesso?
- Existe apenas um problema, ou o problema visível (apresentado) faz parte de um número maior de problemas, alguns dos quais talvez não sejam imediatamente óbvios ?
- Talvez não seja um problema com ele, de fato, mas não estou conseguindo lidar com esta situação, neste momento?
Diante destas perguntas, e a reflexão sincera com relação as respostas, temos um ponto de partida, e podemos chegar a uma conclusão sobre a importância do olhar de um profissional especializado neste momento.
Vejamos algumas situações que podem nos indicar a necessidade de uma avaliação:
As crianças em geral mostram sua angústia direta e claramente através de seu comportamento (por ex. sentir medo frequentemente, fobia, ficar zangada, bater, chorar, ficar agitada e/ou apresentar falta de atenção constante, comportamentos ritualísticos – ex: lavar as mãos muitas vezes,... queixar-se de dores de cabeça, estômago, falta de ar sem motivos aparentes ou orgânicos previamente avaliados por um médico, compulsão ou ainda apresentar outros comportamentos marcantes e inadequados).
Às vezes, no entanto, elas se comunicam de maneiras mais sutis. Por exemplo, as crianças podem ficar muito quietas ou retraídas, podem ficar relutantes em brincar com outras crianças ou mostrar menos imaginação quando estão brincando.
Esses são alguns sintomas ou sinais que podem indicar que seu filho precisa de ajuda.
Num primeiro momento o profissional que o atender fará entrevistas com a família, após o que se iniciará o período de avaliação da crianças, que deverá ter duração de algumas sessões.
Então, o psicoterapeuta lhe dirá qual é a sua opinião. Se ele julgar que existe um problema, pode recomendar que seu filho entre em tratamento.
O tratamento psicoterápico é bastante variável quanto aos procedimentos a serem utilizados e a sua duração. Estes aspectos dependerão do tipo de questões que seu filho apresenta, bem como da aderência não só da criança, mas também da família ao tratamento. E este é um ponto muito importante a ser abordado: quando uma criança entra em processo de psicoterapia, o acompanhamento, a participação e a aderência da família são fundamentais para que se obtenha o melhor resultado. E o melhor resultado, por assim dizer, sempre será O BEM ESTAR DO SEU FILHO E DA SUA FAMÍLIA.
Prolongar fatores estressantes e comportamentos inadequados do ponto de vista do bem estar podem causar sérios prejuízos à vida futura de seu filho.
A prevenção e o tratamento psicoterápico na infância e na adolescência oferecem maior possibilidade ao seu filho de não cristalizar comportamentos que poderão ser nocivos à sua vida.
Assim, percebendo a necessidade, procure serviço especializado.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
29 de abril - DIA DA DANÇA
A IMPORTÂNCIA DA DANÇA
Vc já reparou o que acontece quando você ganha um presente que tanto queria, seu time faz um gol ou recebe uma notícia que lhe deixa muito feliz? Pula de alegria, não é? Você faz isso porque está obedecendo a um ritmo interno, e seu corpo se movimenta para expressar esse sentimento.
Assim surgiu a dança: pela necessidade de o homem pôr para fora suas emoções. Antes de procurar se comunicar com palavras, as pessoas já se expressavam com movimentos corporais. Por isso, a dança é considerada a mais antiga das artes, e talvez a mais completa também, pois quem dança ao mesmo tempo cria um movimento e o expressa através do próprio corpo. E não é só isso! A dança sempre teve grande presença e importância na vida do homem, pois o acompanha ao longo da sua história – desde os rituais dos povos primitivos, passando por acontecimentos sociais e religiosos.
A dança é uma forma de expressão corporal e é fundamental para o ser humano, fazendo com que aperfeiçoemos a nossa coordenação motora, trazendo ao cotidiano uma grande paz de espírito e quando efetuada em grupo proporciona a convivência social saudável. Ela se expressa em corpos perfeitos, elegantes, seguros, mentes desinibidas, arrojadas e criativas. Dançar causa uma sensação de alívio, de bem estar, de alegria, no entanto é complexo conseguir através de palavras explicar como a expressão corporal nos pode trazer tantos benefícios. Cada passo, cada movimento, transporta nossas sensações, nosso estado de espírito e pode determinar a facilidade com que transpomos certos obstáculos. Os benefícios da dança são inúmeros e podemos citar: correção de problemas posturais, joelhos para dentro, pés chatos, desenvolvimento da capacidade cardiorespiratória, ajuda a garantir a independência funcional do indivíduo através da manutenção da sua força muscular, principalmente de sustentação de equilíbrio, potência aeróbica, movimentos corporais totais e mudanças do estilo de vida.
DANCE, MEXA-SE, DEIXE SEU CORPO SE EXPRESSAR!!
Vc já reparou o que acontece quando você ganha um presente que tanto queria, seu time faz um gol ou recebe uma notícia que lhe deixa muito feliz? Pula de alegria, não é? Você faz isso porque está obedecendo a um ritmo interno, e seu corpo se movimenta para expressar esse sentimento.
Assim surgiu a dança: pela necessidade de o homem pôr para fora suas emoções. Antes de procurar se comunicar com palavras, as pessoas já se expressavam com movimentos corporais. Por isso, a dança é considerada a mais antiga das artes, e talvez a mais completa também, pois quem dança ao mesmo tempo cria um movimento e o expressa através do próprio corpo. E não é só isso! A dança sempre teve grande presença e importância na vida do homem, pois o acompanha ao longo da sua história – desde os rituais dos povos primitivos, passando por acontecimentos sociais e religiosos.
A dança é uma forma de expressão corporal e é fundamental para o ser humano, fazendo com que aperfeiçoemos a nossa coordenação motora, trazendo ao cotidiano uma grande paz de espírito e quando efetuada em grupo proporciona a convivência social saudável. Ela se expressa em corpos perfeitos, elegantes, seguros, mentes desinibidas, arrojadas e criativas. Dançar causa uma sensação de alívio, de bem estar, de alegria, no entanto é complexo conseguir através de palavras explicar como a expressão corporal nos pode trazer tantos benefícios. Cada passo, cada movimento, transporta nossas sensações, nosso estado de espírito e pode determinar a facilidade com que transpomos certos obstáculos. Os benefícios da dança são inúmeros e podemos citar: correção de problemas posturais, joelhos para dentro, pés chatos, desenvolvimento da capacidade cardiorespiratória, ajuda a garantir a independência funcional do indivíduo através da manutenção da sua força muscular, principalmente de sustentação de equilíbrio, potência aeróbica, movimentos corporais totais e mudanças do estilo de vida.
DANCE, MEXA-SE, DEIXE SEU CORPO SE EXPRESSAR!!
sábado, 27 de abril de 2013
AUTOESTIMA
Autoestima é a opinião que cada um forma a respeito de si mesmo. Para a Psicologia, significa a forma com que fazemos as nossas auto-avaliações, que podem ser positivas ou negativas. Ela é formada a partir de crenças e emoções assimiladas por nossa personalidade, ao longo de sua formação.
A autoimagem que formamos ao longo de nossa vida, através de nosso desenvolvimento cognitivo, nos tornou naquilo somos hoje. É através da lente imaginária de nossa concepção de mundo que nos vemos a nós mesmos e aos outros, dependendo da maneira como construímos a matriz dessa lente interna.
A autoconfiança e o amor próprio são sinônimos de autoestima. Eles são sem dúvida, as melhores formas de nos relacionarmos com as energias construtivas do universo. Elevar o nosso conceito pessoal ao nível de auto-aceitação e autoconfiança é fator primordial para sermos felizes e realizados.
A queda na autoestima também pode ser desencadeada pela "autocrítica" construída por nossos padrões de pensamento errôneos. Tudo isso se deve a influências externas, construídas ao longo de anos de exposição a uma psicose negativista construída pelo meio cultural em que vivemos. E isso só pode ser combatido mediante uma mudança de atitude radical que gere uma autoconfiança perene, capaz de produzir um bem-estar duradouro que eleve a autoconfiança.
A autoestima em sua forma mais positiva e construtiva consiste em adquirirmos a consciência de nosso infinito valor, adquirindo autoconfiança. Praticada desse modo, pode intensificar o nosso potencial interior e transformar a nossa experiência de vida em uma fonte de alegria, saúde e jovialidade, curando as nossas enfermidades, extirpando os sofrimentos e as dores do corpo e da alma e equilibrando os nossos relacionamentos.
A autoconfiança influencia em todos os setores de nossa vida, pois ela é a somatória de tudo aquilo que acreditamos que somos ou que podemos ser.
Características da pessoa com baixa autoestima:
> A pessoa não luta pelos seus direitos e se submete às imposições sem o menor questionamento;
> não tem auto-confiança para argumentar sobre suas idéias;
> não sabe lidar com as críticas, pois não entende que essas contribuem para o seu crescimento e não a deixa ver o que não está precisando mudar em sua vida;
> tem dificuldade de dizer não, pois tem medo de ser rejeitado, de não agradar;
> não consegue delegar poderes;
> o indivíduo com autoestima baixa acha que vale pelo que tem e não pelo que é;
> tem medo de mudanças, do desconhecido;
> não aceita seus próprios erros e os dos outros;
> sofre por antecipação por achar que não vai dar conta do que deve ser feito;
> pede licença para estar no mundo, pede desculpas o tempo todo por achar que está sempre incomodando;
> é uma pessoa que não sabe receber elogios.
O sucesso está à disposição de todos quantos queiram o sucesso e trabalhem para conquistá-lo. É claro que é preciso disposição e trabalho. É claro que precisamos dar um pouco de tempo ao tempo. É claro que precisamos estar prontos para a mudança e precisamos acreditar nessa mudança, com uma firme disposição pra agir, para fazer as coisas acontecer.
Cuidar da autoestima vai muito além de comprar uma roupa nova ou ir ao cabelereiro/barbeiro... É antes de tudo, agradar a si mesmo, errar sem medo, ter resiliência, não ter vergonha de colocar suas idéias, deixar de adaptar-se aos aos outros e adaptar-se a si mesmo.
Ame-se, valorize-se, você é a pessoa mais importante da sua vida!
Abraços, Ana Lucia.
CRIANÇAS DEPENDENTES
Pais tolerantes demais e muito apegados aos filhos são incapazes de prepará-los para o futuro.
Não creio seja verdadeira a afirmação de que estamos em permanente evolução. Isso nos passa uma idéia positiva e fatalista, como se o futuro sempre fosse melhor. Do ponto de vista de nossa caminhada em direção à independência, penso que os últimos passos foram para trás, isto é, estamos formando uma geração de pessoas mais inseguras e dependentes do que nós fomos. As crianças são superprotegidas e dispõem, devido aos avanços tecnológicos, de uma série de facilidades inimagináveis na nossa infância.
No entanto, as condições de meninos e meninas melhoraram também em virtude da criação da psicologia moderna. Aprendemos com a psicanálise a considerar os primeiros anos de vida como um período especialmente importante para a formação da personalidade.
Aprendemos a entender — pelo menos a tentar entender — o funcionamento da razão e de como as emoções se manifestam nas crianças e nos adolescentes. Aprendemos a valorizar suas dores e a dar mais ouvido às suas necessidades.
Essa preocupação foi, sem dúvida, positiva. Infelizmente, há o outro lado da moeda. Os adultos passaram a ter muito medo de agir com energia e disciplina em relação aos filhos. Ficaram com receio de traumatizá-los, de impor a eles "marcas irreversíveis" que lhes causariam limitações posteriores. A noção de trauma, que só deveria ser aplicada a acontecimentos muito dramáticos, se estendeu para todo tipo de procedimentos repressivos necessários ao aprendizado do ser humano. A psicologia — que tanto nos ensinou sobre a vida interior das crianças — deixou nossas mãos amarradas, impedindo uma educação baseada na firmeza.
Hoje ser "pequeno" é um privilégio para os que nasceram nas classes mais abastadas. Por outro lado, as condições da vida adulta só têm piorado. A população do planeta vem aumentando para além de suas possibilidades. Existe um número cada vez maior de pessoas disputando o mesmo espaço. Nas grandes cidades, há excesso de habitantes, o que determina o crescimento inevitável da violência. Paralelamente o mercado de trabalho não apresenta condições de absorver todos os jovens que se formam. Isso fará com que as próximas gerações venham a ter ganhos materiais bastante inferiores aos nossos (que já nem sempre são muito satisfatórios). A competição profissional se acirra e, o que é pior, em torno de ganhos menores. É inevitável que a idéia de prolongar o período infantil se torne extremamente atraente.
A acentuada dependência das crianças é uma rua de mão dupla. Os pais também desenvolvem forte dependência em relação aos filhos. Isso é particularmente verdadeiro quando os adultos têm seus problemas emocionais mal resolvidos e canalizaram boa parte de suas necessidades afetivas para o vínculo com as crianças, que deveria ser temporário.
Hoje os adultos se sentem desamparados. Não faltam razões para justificar tal insegurança. Antigamente as pessoas mantinham fortes vínculos com pais, tios e irmãos. Dessa forma, os parceiros e os filhos só vinham complementar os laços já existentes. Mas o clã familiar cedeu lugar a núcleos menores. O fenômeno foi gerador de liberdade, desaparecendo o dever de obedecer às gerações mais velhas. Aumentou, porém, a dependência entre marido e mulher, e entre o casal e seus filhos. O afeto, outrora diluído, está concentrado em poucos objetos de amor.
Há mais um fator para complicar as coisas: o divórcio, pelo qual o vínculo conjugal pode ser rompido a qualquer momento. Com esse futuro incerto, pais e mães tendem a se apegar ainda mais às crianças. Se a separação ocorrer, poderão ao menos contar com o amor delas. Fecha-se o círculo: filhos superprotegidos, fracos dependentes certamente se prestarão melhor esse papel do que aqueles educados para cria asas e voar em busca de seu destino.
Flávio Gikovate
quinta-feira, 25 de abril de 2013
TDAH
TDAH é um dos principais transtornos ligados à aprendizagem. Presente em cerca de 5% da população, a doença é baseada em três itens principais: desatenção, hiperatividade e impulsividade, e costuma ser mais evidente em meninos do que meninas.
A causa do TDAH é neuroquímica, e, portanto, se relaciona com o mau funcionamento de alguns circuitos cerebrais. Apesar do TDAH não ser causado por problemas emocionais ou ambientais ele pode se agravar em condições estressantes. Da mesma forma, o ambiente pode atenuar os sintomas, sendo que ambientes mais favoráveis (estruturados, com rotinas, que estimulam o enfrentamento das situações) podem facilitar a vida dos portadores de TDAH por estimularem a aprendizagem de hábitos compensatórios ao longo da vida.
O TDAH acomete tanto crianças quanto adultos. Estima-se que o TDAH acomete de 3 a 5 % de crianças. Antigamente acreditava-se que com o passar do tempo os sintomas do TDAH melhoravam, caracterizando uma melhora espontânea e que portanto, desaparecia na idade adulta. Atualmente sabe-se que o TDAH continua acometendo cerca de 60% dos adultos que apresentavam sintomas quando crianças, principalmente aqueles do subtipo desatento ou combinado, já que a hiperatividade e a impulsividade tendem a melhorar com o desenvolvimento.
Os prejuízos de quem tem TDAH são diversos incluindo problemas de comportamento, erros freqüentes no trabalho ou escola (ocasionando demissões ou repetições de ano escolar), desorganização, pouca produtividade, problemas de relacionamento interpessoais ou conjugais, problemas com gastos excessivos, perda de prazos entre muitos outros.
O tratamento do TDAH varia de acordo com as necessidades de cada paciente, mas geralmente inclui treino cognitivo / comportamental e, em muitos casos, o uso de medicamentos estimulantes.
Fonte: Rohde,Luis Augusto, Paulo Mattos & Cols. Princípios e práticas em TDAH. ARTMED.
Hiperativos Famosos
● Alexander Graham Bell
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● Leonardo da Vinci
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● Dustin Hoffman
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● Abraham Lincoln
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● Napoleon Bonaparte
● Isaac Newton
● Nostradamus
● Pablo Picasso
● August Rodin
● Muhammad Anwar al-Sadat
● Socrates
● Steven Spielberg
● Leo Tolstoy
● Van Gogh
● Michael Phelps
Fonte: Wikipedia
domingo, 14 de abril de 2013
PSICOLOGIA HOME CARE
Atendimento psicológico domiciliar ou Home care tem como objetivo possibilitar o cuidado psicológico às pessoas impossibilitadas de se transportarem ao consultório.
A visita do psicólogo tem como objetivo oferecer suporte aos pacientes e seus familiares, facilitar e acolher a expressão de sentimentos e, estimular a autonomia e a liberdade de escolha.
O acompanhamento psicológico ajudará o paciente a reconhecer e compreender sua realidade, facilitar o engajamento com o tratamento médico proposto, prevenir quadros de depressão e ansiedade.
Precisando só entrar em contato: (21) 9135.9235 / psico.anasomma@gmail.com
sábado, 6 de abril de 2013
VOCÊ SABE O QUE É DISTIMIA?
A Distimia é um tipo de depressão crônica, de moderada intensidade. As características deste transtorno é o mau humor constante. As pessoas portadoras deste transtorno são de difícil relacionamento, com baixa auto-estima e elevado senso de autocrítica. Estão sempre irritadas, reclamando de tudo e só enxergam o lado negativo das coisas.
O diagnóstico da distimia requer que estas alterações estejam presentes pelo período mínimo de dois anos em adultos e um ano em crianças e adolescentes e causem sofrimento.
Entre as causas estão a suscetibilidade genética, alterações neuroquímicas, traumas, situações de estresse e circunstâncias sociais, entre outras, com uma tendência a ocorrer mais frequentemente em mulheres e podendo afetar também crianças e adolescentes.
Hoje, discute-se uma nova denominação para a doença, que deve vir a se chamar transtorno depressivo crônico, e se ela pode estar associada com transtorno bipolar.
Quando sente que a patologia está realmente prejudicando sua vida e o indivíduo procura ajuda, será o primeiro passo para começar a melhorar.
quarta-feira, 20 de março de 2013
A relação entre uma mãe e uma filha
Entre uma mãe e uma filha há muitos mundos... O da paixão, da fusão, da ilusão de que não há limites de compreensão, nem de amor. O do afeto, da amizade, da delicadeza, da realização, da continuidade, do resgate, do carinho, da beleza, da maternidade e infinitos outros. Há, também, o universo da raiva, da rivalidade, da cobrança, do conflito, da inveja, da disputa, da dependência...
O que faz com que mãe e filha sejam referências da sabedoria popular quanto à dedicação e ao carinho e, ao mesmo tempo, lugar de intensas dificuldades, batalhas e culpas?
Cada dupla de mãe e filha é reeditada na geração seguinte; o que estava no palco na geração anterior, se não houve nenhum trabalho de elaboração dos conflitos e das dificuldades, tende a se repetir de uma maneira desconcertante na próxima.
Um filho é, em parte e principalmente no início da vida, uma extensão de nós mesmos, é um projeto de continuidade, de descendência. Se os pais têm maturidade psíquica para reconhecer no filho um outro, diferente deles mesmos, as fronteiras psíquicas entre pais e filhos podem desempenhar uma importante função na qualidade desse relacionamento.
Os limites entre o eu e o outro não são fáceis, nem simples, principalmente entre pais e filhos e especificamente entre mães e filhas.
A relação com a mãe é idealizada, não há o reconhecimento de que a fusão é um sério problema, uma complementa a outra. As queixas que mobilizam a busca de análise são aparentemente desvinculadas do relacionamento mãe e filha.
À medida que o trabalho avança, vão aparecendo os projetos que são específicos da filha e que não são compartilhados com a mãe; a partir desse momento podem começar intensas brigas ou simplesmente um afastamento devido às diferenças e à individualidade da filha que está mais fortificada e definida.
Não é possível oferecer a uma filha o que não se tem, o que não se herdou da própria mãe ou não se adquiriu ao longo da vida.
A relação entre uma mãe e uma filha tem sempre aspectos difíceis, é verdade, mas quem disse que o difícil também não é surpreendente, realizador e prazeroso?
O que faz com que mãe e filha sejam referências da sabedoria popular quanto à dedicação e ao carinho e, ao mesmo tempo, lugar de intensas dificuldades, batalhas e culpas?
Cada dupla de mãe e filha é reeditada na geração seguinte; o que estava no palco na geração anterior, se não houve nenhum trabalho de elaboração dos conflitos e das dificuldades, tende a se repetir de uma maneira desconcertante na próxima.
Um filho é, em parte e principalmente no início da vida, uma extensão de nós mesmos, é um projeto de continuidade, de descendência. Se os pais têm maturidade psíquica para reconhecer no filho um outro, diferente deles mesmos, as fronteiras psíquicas entre pais e filhos podem desempenhar uma importante função na qualidade desse relacionamento.
Os limites entre o eu e o outro não são fáceis, nem simples, principalmente entre pais e filhos e especificamente entre mães e filhas.
A relação com a mãe é idealizada, não há o reconhecimento de que a fusão é um sério problema, uma complementa a outra. As queixas que mobilizam a busca de análise são aparentemente desvinculadas do relacionamento mãe e filha.
À medida que o trabalho avança, vão aparecendo os projetos que são específicos da filha e que não são compartilhados com a mãe; a partir desse momento podem começar intensas brigas ou simplesmente um afastamento devido às diferenças e à individualidade da filha que está mais fortificada e definida.
Não é possível oferecer a uma filha o que não se tem, o que não se herdou da própria mãe ou não se adquiriu ao longo da vida.
A relação entre uma mãe e uma filha tem sempre aspectos difíceis, é verdade, mas quem disse que o difícil também não é surpreendente, realizador e prazeroso?
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
O que é a Síndrome de Asperger?
A Síndrome de Asperger é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD), resultante de uma desordem genética, e que apresenta muitas semelhanças com relação ao autismo.Ao contrário do que ocorre no autismo, contudo, crianças com Asperger não apresentam grandes atrasos no desenvolvimento da fala e nem sofrem com comprometimento cognitivo grave. Esses alunos costumam escolher temas de interesse, que podem ser únicos por longos períodos de tempo - quando gostam do tema "dinossauros", por exemplo, falam repetidamente nesse assunto. Habilidades incomuns, como memorização de sequências matemáticas ou de mapas, são bastante presentes em pessoas com essa síndrome.Na infância, essas crianças apresentam déficits no desenvolvimento motor e podem ter dificuldades para segurar o lápis para escrever. Estruturam seu pensamento de forma bastante concreta e não conseguem interpretar metáforas e ironias - o que interfere no processo de comunicação. Além disso, não sabem como usar os movimentos corporais e os gestos na comunicação não-verbal e se apegam a rituais, tendo dificuldades para realizar atividades que fogem à rotina.
Como lidar com a Síndrome de Asperger na escola?
As recomendações são semelhantes às do autismo. Respeite o tempo de aprendizagem do aluno e estimule a comunicação com os colegas. Converse com ele de maneira clara e objetiva e apresente as atividades visualmente, para evitar ruídos na compreensão do que deve ser feito.Também é aconselhável explorar os temas de interesse do aluno para abordar novos assuntos, ligados às expectativas de aprendizagem. Se ele tem uma coleção de carrinhos, por exemplo, utilize-a para introduzir o sistema de numeração. Ações que escapam à rotina devem ser comunicadas antecipadamente.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Dicas importantes para manter a segurança das crianças no carnaval
- É importante não tirar os olhos desses pimpolhos nem por um segundo se quer.
- Não deixe a criança sozinha com estranhos, NUNCA!
- Evite aglomerações!
- Toda criança deverá ter um crachá, amarrado ao pulso, como uma pulseirinha, contendo nome , telefone, endereço, e nome dos pais.
- Em locais onde há rios, lagos ou piscinas, a atenção deve ser redobrada.
- Use protetor solar, se estiver na praia, mesmo a sombra o uso do protetor é aconselhável.
- Em caso de dor de cabeça, enjôo e tontura, procure rápido um atendimento médico!
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