domingo, 31 de agosto de 2014

Foto: Que o fim de semana seja excelente!

COMO ENSINAR SEU FILHO A SER UMA CRIANÇA CIDADÃ?

Ser cidadão é estar de fato, comprometido com seus direitos e deveres, ser consciente e de verdade acreditar, que assumir esse comportamento muda a sua vida e de outras pessoas.
Que ser cida
dão é amar e respeitar sua própria vida, porque só assim é possível respeitar a vida de outrem.
Quem pode respeitar a vida do outro, cuidar para não lesar as outras pessoas, se não respeita a sua própria vida? Se não tem cuidado com ela?
Ter uma postura cidadã, para além de lhe garantir uma vida mais digna, traz a possibilidade de alargar horizontes, e o que é de suma importância – fazer um mundo melhor!!
Como?? Fazer um mundo melhor?
Sim!! Fazer o seu mundo melhor, e assim melhorar o mundo dos seus filhos, porque eles vão copiar seus comportamentos, vão aprender a se comportar a partir do que vêem em você!
Filhos não aprendem com o que os pais falam, filhos aprendem com o que os pais fazem!
Quer filhos cidadãos? Seja, antes de tudo.
Lhes ensine honestidade, não passando ninguém para trás, não mostrando que o bom mesmo é tirar vantagem das pessoas, que isso é que é ser esperto!
Lhes ensine respeito, respeitando o seu jeito de ser, ouvindo o que ele tem pra falar, percebendo que seu filho é uma pessoa diferente de você, e que merece ter seu ponto de vista ouvido!
Seu filho não será gentil seu você não for gentil, se a gentileza não for um valor dentro da sua casa.
Não adianta dizer para o filho que é feio mentir, se você mente pra ele, e ainda o induz a contar uma mentirinha boba.
Não adianta xingar as pessoas no trânsito e depois exigir que seu filho não xingue o amiguinho.
Se quiser uma criança socialmente boa, que respeita os outros, terá que assumir este compromisso na sua vida primeiro.

E esses são somente exemplos.
Faça uma reflexão, pense na importância que ter uma postura cidadã com a vida, pode tornar o mundo de seu filho muito melhor.
Talvez essa seja a forma mais efetiva de mudar o mei que vivemos!

Fonte: Psicologia do Desenvolvimento

Foto: COMO ENSINAR SEU FILHO A SER UMA CRIANÇA CIDADÃ?

Ser cidadão é estar de fato, comprometido com seus direitos e deveres, ser consciente e de verdade acreditar, que assumir esse comportamento muda a sua vida e de outras pessoas.
Que ser cidadão é amar e respeitar sua própria vida, porque só assim é possível respeitar a vida de outrem.
Quem pode respeitar a vida do outro, cuidar para não lesar as outras pessoas, se não respeita a sua própria vida? Se não tem cuidado com ela?
Ter uma postura cidadã, para além de lhe garantir uma vida mais digna, traz a possibilidade de alargar horizontes, e o que é de suma importância – fazer um mundo melhor!!
Como?? Fazer um mundo melhor?
Sim!! Fazer o seu mundo melhor, e assim melhorar o mundo dos seus filhos, porque eles vão copiar seus comportamentos, vão aprender a se comportar a partir do que vêem em você!
Filhos não aprendem com o que os pais falam, filhos aprendem com o que os pais fazem!
Quer filhos cidadãos? Seja, antes de tudo.
Lhes ensine honestidade, não passando ninguém para trás, não mostrando que o bom mesmo é tirar vantagem das pessoas, que isso é que é ser esperto!
Lhes ensine respeito, respeitando o seu jeito de ser, ouvindo o que ele tem pra falar, percebendo que seu filho é uma pessoa diferente de você, e que merece ter seu ponto de vista ouvido!
Seu filho não será gentil seu você não for gentil, se a gentileza não for um valor dentro da sua casa.
Não adianta dizer para o filho que é feio mentir, se você mente pra ele, e ainda o induz a contar uma mentirinha boba.
Não adianta xingar as pessoas no trânsito e depois exigir que seu filho não xingue o amiguinho.
Se quiser uma criança socialmente boa, que respeita os outros, terá que assumir este compromisso na sua vida primeiro.

E esses são somente exemplos.
Faça uma reflexão, pense na importância que ter uma postura cidadã com a vida, pode tornar o mundo de seu filho muito melhor.
Talvez essa seja a forma mais efetiva de mudar o mei que vivemos!

Fonte: Psicologia do Desenvolvimento

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

UM ÓTIMO FIM DE SEMANA

Foto: UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA.

Para iniciar agosto, com o gostinho de que só faltam 4 meses para finalizar o ano. Como o tempo passa...


O HOMEM, O TEMPO OU A FALTA DE... (Lucimara Souza)

A falta de tempo que nos consome na atualidade é absurda.
Ele, o tempo, em vez de auxiliar, virou um vilão, verdadeiro opressor.
Tempo é tudo o que se vive, o que está em cada um, e, incongruentemente, tudo o que nunca se tem.
Não há tempo mais para nada. E bem hoje, quando é tudo mais acessível?!
Já não se gere mais esse tempo como outrora. Tudo é “pra ontem”.
Como assim, pra ontem? Eu estou vivendo hoje, oras. Ontem ficou no passado. A ocasião própria pra qualquer ação minha é agora e não ontem. Confuso isso.
Ontem... Ontem... Ontem não tinha nem internet, não tinha celular, não se via tanta gente motorizada, e, pelo que eu me lembre, nem GPS existia.
Espere aí! Hoje tem tudo isso e não está bom? Os tempos mudaram tanto assim ou o ser humano que interpreta o tempo foi quem mudou?
É, sou mais a segunda opção.
Na época de meus avós, de meus pais, eles mandavam cartas. Era prática comum...
... Em outros tempos, também, quando morria um parente, o familiar ficava sabendo do passamento depois de uma ou duas semanas, e olhe lá. Era uma dificuldade até localizá-lo. Hoje, se o mesmo familiar estiver fora do país, em poucas horas ele chega pelo menos para o sepultamento. Meios de contato são muitos, no entanto, o sinal do celular é péssimo – a torre é nova -, a internet é lenta – demora um minuto pra abrir -, e ir ao correio pra enviar um telegrama fica fora de cogitação. Não há tempo.
As pessoas sofrem. E sofrem muito mais.
Uma fase além da pós-modernidade nos acometeu. Já é possível até mesmo acender uma vela virtual em gratidão a uma graça alcançada. Quem não tem tempo para o laborioso ofício de acender aquela vela de parafina, é só dar um clique na capela virtual e escolher a vela virtual de preferência. O fiel não precisa perder tempo para esperar a antiga vela queimar, não carece que fique velando sua chama para evitar o contato com a cortina e o risco de botar fogo na casa. O fósforo foi substituído pela password. Muito simples, não é?! Parece piada, no entanto, vale a fé.
Ah, e os amores? Amores duram uma estação. Casamentos duradouros são caretas e sexo é competição de quem pode mais. Aquele refinamento poético de romances românticos se perdeu por aí, no tempo.
Sabe... Percebo que jeitos de sentir o mundo se modernizaram. Acompanharam e continuam na corrida frenética para alcançar evoluções, contudo, mesmo assim, se assistem a adultos e crianças deprimidos, incapazes de esperar pelo tempo das coisas; imediatistas. Paciência deixou de ser virtude para ser defeito.
O homem tem tudo nas mãos, tudo para facilitar sua vida. O tempo? Cada vez mais escasso. Economia de tempo? Tem gerado apenas vida cada vez mais saturada, superficial e vazia.
Existe uma tendência de ansiedade nas pessoas, um medo louco de perderem tempo e não darem conta de fazer o que acham que são obrigadas a fazer, do jeito que uma cultura imbecil impôs que fosse feito.
A pressa neste contexto é vital. Aonde se quer chegar só Deus sabe.
É, a mudança parece antropológica mesmo.
Aquele que ainda aprecia algo bonito do passado ou continua se encantando com o romantismo de gestos simples, é o deslocado. Assim se sente.
O tempo presente acaba sempre comprometido e prejudicado porque não é vivido. A sensação de perda e de vazio é estável. Vive-se muito os tempo que talvez nem alcancemos.
E a consciência que nos falta é a de que somos mais felizes quando perdemos a noção desse tempo, seja qual for a ocasião.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Foto

Nossa "SOMBRA"

Carl Jung definiu em seus estudos algo que chamou de Sombra. Disse ele: “a Sombra é a coisa que uma pessoa não tem o desejo de ser.” Mas também é. Nesta simples afirmação estão incluídas as variadas e repetidas referências à Sombra como o lado negativo da personalidade, a soma de todas as qualidades desagradáveis que o indivíduo quer esconder, o lado inferior, sem valor, e primitivo da natureza do homem, a “outra pessoa” em um indivíduo, seu próprio lado obscuro. Jung era perfeitamente consciente da realidade do mal na vida humana. (Dicionário Crítico de Análise Junguiana)
Basicamente, a Sombra reflete emoções, desejos, aspectos, entre outros, considerados imorais, agressivos, violentos e inaceitáveis; sendo o lado sombrio do nosso ego, independente de quem seja. São questões que não aceitamos em nós mesmos, certas vezes nos levando a determinados comportamentos que normalmente não teríamos, e/ou até rompantes fora de controle, como, por exemplo, atos de agressividade.

"A Sombra é tudo aquilo que não queremos ser, porém sabemos que somos. Chama-se Sombra porque nos segue onde quer que formos. Ela determina muitas vezes como você se enxerga, mas não quer ver. Ela é a fonte de um dos conflitos humanos mais básicos. Todo mundo quer sentir que tem valor como indivíduo. No entanto, quando olhamos para dentro de nós, vemos a Sombra e sentimos vergonha, a nossa reação imediata é desviar o olhar.” (Phil Stutz e Barry Michels, psicanalistas americanos)

Foto: Nossa "SOMBRA"

Carl Jung definiu em seus estudos algo que chamou de Sombra. Disse ele: “a Sombra é a coisa que uma pessoa não tem o desejo de ser.” Mas também é. Nesta simples afirmação estão incluídas as variadas e repetidas referências à Sombra como o lado negativo da personalidade, a soma de todas as qualidades desagradáveis que o indivíduo quer esconder, o lado inferior, sem valor, e primitivo da natureza do homem, a “outra pessoa” em um indivíduo, seu próprio lado obscuro. Jung era perfeitamente consciente da realidade do mal na vida humana. (Dicionário Crítico de Análise Junguiana)
Basicamente, a Sombra reflete emoções, desejos, aspectos, entre outros, considerados imorais, agressivos, violentos e inaceitáveis; sendo o lado sombrio do nosso ego, independente de quem seja. São questões que não aceitamos em nós mesmos, certas vezes nos levando a determinados comportamentos que normalmente não teríamos, e/ou até rompantes fora de controle, como, por exemplo, atos de agressividade.

"A Sombra é tudo aquilo que não queremos ser, porém sabemos que somos. Chama-se Sombra porque nos segue onde quer que formos. Ela determina muitas vezes como você se enxerga, mas não quer ver. Ela é a fonte de um dos conflitos humanos mais básicos. Todo mundo quer sentir que tem valor como indivíduo. No entanto, quando olhamos para dentro de nós, vemos a Sombra e sentimos vergonha, a nossa reação imediata é desviar o olhar.” (Phil Stutz e Barry Michels, psicanalistas americanos)

O que ficou...

O modo como pudemos registrar em nossa mente as figuras importantes da nossa infância determina se nosso funcionamento mental será um funcionamento capaz de acolher ou não nossos pensamentos, intuições, fantasias. Quando não é possível dar um destino outro ao pai e a mãe que tivemos que não o de um estado de constante turbulencia, nosso funcionamento mental tende a ser ansioso, sempre prestes a esperar pelo pior. Os pais da infância se tornam, então, as figuras centrais de um funcionamento sempre em ebulição. A saúde mental dependerá, então, do exercício de entrar em contato com angústias precoces de desvalimento, a fim de elaborar, transformar o que restou dos pais internos. Faz-se necessária a construção de outro campo mental no qual se torne possível o pensar, o vivenciar momentos de tranquilidade onde a vida se manifeste em sua face acolhedora. Não podemos nos libertar dos pais da infância até que nos coloquemos em posição de olhar para o que faltou. Até que possamos acolher a nós mesmos. (Evelin Pestana, Casa Aberta - Psicanálise, Artes, Educação).

Foto: O que ficou...

O modo como pudemos registrar em nossa mente as figuras importantes da nossa infância determina se nosso funcionamento mental será um funcionamento capaz de acolher ou não nossos pensamentos, intuições, fantasias. Quando não é possível dar um destino outro ao pai e a mãe que tivemos que não o de um estado de constante turbulencia, nosso funcionamento mental tende a ser ansioso, sempre prestes a esperar pelo pior. Os pais da infância se tornam, então, as figuras centrais de um funcionamento sempre em ebulição. A saúde mental dependerá, então, do exercício de entrar em contato com angústias precoces de desvalimento, a fim de elaborar, transformar o que restou dos pais internos. Faz-se necessária a construção de outro campo mental no qual se torne possível o pensar, o vivenciar momentos de tranquilidade onde a vida se manifeste em sua face acolhedora. Não podemos nos libertar dos pais da infância até que nos coloquemos em posição de olhar para o que faltou. Até que possamos acolher a nós mesmos. (Evelin Pestana, Casa Aberta - Psicanálise, Artes, Educação).
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