quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

6 maneiras de estimular a autonomia das crianças desde cedo:


1- Permita escolhas possíveis
Seja firme quando a criança quiser quebrar regras, colocando-se em situação de risco. Quer atravessar a rua sozinha aos três anos? Sem discussão, não pode. Mas a deixe fazer as escolhas possíveis. Ela pode escolher a roupa para ir a uma festa ou o brinquedo que vai levar ao parque, por exemplo.
2- Dê responsabilidades
Depois de brincar, desde cedo, ensine a criança a guardar sozinha seus próprios brinquedos.
3- Envolva a criança nas decisões
A partir dos dois anos, a criança pode participar da arrumação da própria mochila, buscando os objetos que devem ser guardados. Conforme ela cresce, oriente-a a fazer essa tarefa mais sozinha. Oriente e supervisione, mas dê liberdade para que ela execute a tarefa.
4- Ensine e supervisione
Na hora do banho, ensine como a criança deve se lavar. Depois, deixe-a tomar banho sozinha, ficando ao lado e dando dicas do que pode ser melhorado. Por fim, deixe-a a sós no banho, mas faça uma “revisão” no final.
5- Não conserte o que deu errado
Quando a escolha da criança não for boa, não tente “consertar” todas as vezes. É importante deixar que ela sofra as consequências para que entenda a responsabilidade que envolve escolher e pense melhor na próxima vez. Claro que desde que não haja prejuízo à saúde e à segurança dela.
6- Dê feedback
Ao checar as tarefas realizadas pela criança, sempre valorize primeiro o que foi bem feito, para então dizer o que precisa ser melhorado.

Sobre a importância das amigas em nossas vidas!!!

"No final de uma palestra sobre saúde na Universidade de Stanford o palestrante apontou, entre outras coisas, que os estudos mostram que uma das melhores coisas que um homem pode fazer por sua saúde é se casar: o casamento aumenta a longevidade e o bem-estar pessoal do homem.
Questionado sobre a saúde da mulher, o palestrante apontou um dado surpreendente: ao invés do casamento a mulher precisa cultivar seus relacionamentos com as amigas!
Essa declaração provocou risos na platéia, mas o professor fundamentou o fato muito à sério.
Os estudos realizados mostram que as mulheres se conectam de maneira diferente dos homens e fornecem outros sistemas de apoio que as ajudam a lidar com experiências estressantes e difíceis em suas vidas.
"Tempo com Amigas" é muito significativo no nível fisiológico: ajuda a produzir mais serotonina (neurotransmissor) que auxilia no combate à depressão e cria um sentimento geral de bem-estar. As mulheres tendem a compartilhar seus sentimentos, enquanto os homens geralmente se conectam em torno de tarefas. Eles raramente se sentam com um amigo falando sobre como se sentem sobre algo, ou como está sua vida pessoal. Falam de trabalho, esportes, carros, mulheres, etc. mas dos seus sentimentos, raramente...
As mulheres fazem isso o tempo todo. Elas compartilham sentimentos e emoções das profundezas de suas almas com suas amigas, e parece que isso realmente contribui para a sua própria saúde.
O conferencista acrescentou, ressaltando que o "tempo gasto" 
com amigas é tão importante para a saúde das mulheres como correr ou fazer ginástica.
De fato, há uma tendência (errônea) de pensar que quando nos envolvemos com alguma atividade física estamos fazendo algo de bom para o nosso corpo, enquanto que quando conversamos com as nossas amigas, "desperdiçamos" o tempo em vez de fazer algo mais produtivo.
O orador salientou que não manter relacionamentos de qualidade com outras pessoas prejudica a nossa saúde física tanto quanto o fumo!
Portanto, cada vez que nós (as mulheres, é claro) sentamos para conversar com uma amiga estamos fazendo algo muito benéfico para a nossa saúde.
Então... "Tim-Tim" ao café, chá, suco, ESPUMANTE etc. com as amigas!...
Um dia todos nós amigos iremos nos separar, sentiremos saudade de todas as conversas jogadas fora, dos sonhos que tivemos! Os dias vão passar, meses, anos, até esse contato se tornar cada vez mais raro... Um dia nossos filhos verão aquelas fotos e perguntarão.. Quem são essas pessoas? saudade vai bater e com os olhos cheios de lágrimas eu direi: FOI COM ELAS QUE VIVI OS MELHORES MOMENTOS DA MINHA VIDA.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

"Nenhuma queima de fogos promete um futuro iluminado. Nenhum ponteiro marcando meia-noite transforma quereres em realidade. Nenhum ano novo garante uma nova vida. Se o coração deseja mudanças é preciso trocar mais que o calendário. É preciso abandonar medos e encarar desafios. Driblar velhos hábitos e arriscar novos voos. Deixar de esperar que os próximos meses surpreendam e surpreender a si mesmo. Acreditar e seguir. Sonhar e ousar. Se o coração deseja um novo tempo é tempo de fazer acontecer."
Yohana Sanfer

A indiana Kiran Bir Sethi espalhou pelo planeta uma iniciativa inovadora: ensinar às crianças que elas são capazes de mudar o mundo
educarparacrescer.abril.com.br|Por Liliane Prata

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Quando estou feliz, vejo a felicidade nos outros. Quando sinto compaixão, vejo o mesmo sentimento nas outras pessoas. Quando estou cheio de energia e esperança, vejo muitas oportunidades à minha volta... Mas, quando estou com raiva, vejo uma irritação despropositada. Quando estou deprimido, percebo a tristeza nos olhos de quem me rodeia. Quando estou desanimado, vejo o mundo como um lugar chato e sem atrativos. EU VEJO O QUE EU SOU!
(Steve Chandler)

Além do Bullying: provocações que humilham...

Quando isso acontece, a criança começa a acreditar que as imagens negativas dela mesma, refletidas pela cultura em que vive, são não só totalmente verdadeiras mas também totalmente isentas de preconceito, de influência da opinião e de preferências pessoais. A criança começa a acreditar que ela é fraca, feia, inaceitável, e que isso continuará a ser verdade não importa o esforço que ela faça para reverter a situação. (Pínkola, p.200)
http://www.contioutra.com/provocacoes-que-humilham-o-deseq…/
Uma questão extremamente séria é perceber ou descobrir que seu filho, ou filha, está envolvido em situações ligadas a provocações, humilhações e o sofrimento de outros.
contioutra.com|Por Ana Macarini

Auto-observação: Você pratica? (Marcela Pimenta Pavan)


A auto-observação é a capacidade de nos percebermos e respeitarmos o nosso estado emocional, pode parecer simples, mas é um exercício que exige uma certa coragem e uma disponibilidade interior para aproximar-se de si mesmo.
É uma prática que traz muitos ganhos, pois a partir de uma boa observação podemos fazer escolhas mais acertadas para a nossa vida e para as relações que temos, ganhando em bem-estar e autonomia.
A auto-observação é como um exercício, quando colocamos energia e damos continuidade, ela se torna um hábito, e se apresenta como um recurso diário que nos auxilia perante as adversidades da vida.

Como é isso no dia a dia?
Quanto mais agitada a nossa vida, mais a tendência a prestarmos muita atenção para o que é externo. É preciso trabalhar, cuidar de si, cuidar dos filhos, e tantas outras coisas. E o interno? Muitas vezes deixamos para depois e quando, constantemente, passamos por cima de nós mesmos, sem nos percebermos, a irritação e a insatisfação se instalam. Tendemos a nos irritar com as coisas, situações e pessoas em demasia. Quando projetamos toda a nossa irritação externamente é hora de parar e retomar a situação, buscando encontrar o que é realmente nosso e o que é do outro.
Uma das formas de amenizar essa irritação é praticando diariamente a auto-observação. Só de reconhecermos como estamos emocionalmente já há um certo alívio, é o respeito a si mesmo, uma espécie de auto gentileza por aquilo que somos.

Como exercitar?
Uma das sugestões é que logo pela manhã você se pergunte: Como estou hoje? Escreva e coloque em algum lugar visível, não tenha receio da resposta, medite a respeito por alguns minutos. Depois encontre formas de ser generoso consigo mesmo. Por exemplo, se a resposta foi “hoje estou desanimado porque tenho uma reunião difícil no trabalho”, que tal se poupar um pouco? A ideia é não se colocar em situações que vão exigir de você mais do que pode doar. Ao contrário, se está animado, feliz, pode programar atitudes que vão exigir mais de você, pois terá energia para isso.
Ao longo do dia esteja atento as suas reações, ficou com raiva no trânsito? Procure algo que te traga mais tranquilidade antes de começar o trabalho. Está com medo? Ligue para alguém ou leia algo que tenha a capacidade de te motivar e encorajar.
Além da auto-observação, é importante respeitar o que estamos sentindo para escolhermos situações que nos auxiliem, e não ao contrário. Quando nos priorizamos e nos sintonizamos com aquilo que somos, trazemos uma parte importante de nós para o mundo, entendendo que faz parte da vida as variações de humor e emoções e que é possível lidar com elas de uma forma inteligente e saudável. Agradar aos outros é bom, mas fazemos isso legitimamente quando primeiro estamos bem conosco. A auto observação é uma grande demonstração de amizade e de reconciliação consigo mesmo.

Pode brincar, correr ou até gritar, ninguém vai reprimir nem olhar de cara feia. A luz fica acesa, e o som, mais baixo. Explicadas as regras, ou a ausência dela...
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

GANHOS SECUNDÁRIOS: LINHAS INVISÍVEIS QUE DEFINEM O NOSSO COMPORTAMENTO
Por Dolores Rizo - Psicóloga

Os ganhos secundários são as consequências que acompanham situações nas quais nos sentimos mal ou simulamos um sentimento negativo. E que, além disso, paradoxalmente, possuem algo de positivo para a pessoa que os obtém.
Este “algo positivo” pode se converter em algo muito perigoso, já que é um estimulante ou um prêmio que vai incentivar que voltemos a nos colocar na situação desagradável.
Por exemplo, uma doença pode supor uma reação dos outros com a pessoa doente, de cuidados, de atenção, de demonstrações de afeto e de condescendência. Além disso, pode existir o ganho secundário de não ter que ir trabalhar, ou de melhores condições trabalhistas adaptadas à doença, ajudas governamentais, etc.
São tantas coisas boas que alguém poderia pensar. Por que vou investir em me curar se, em troca de uma dor mais ou menos suportável, obtenho um monte de coisas positivas?

COMO DESCOBRIR OS GANHOS SECUNDÁRIOS?
Os ganhos secundários podem ser muito sutis e encobertos, de tal forma que a pessoa que os recebe talvez não seja consciente do benefício que está recebendo.

A pessoa que sofre de mal-estar por uma doença ou emoções que a oprimem, na verdade é uma pessoa infeliz, e com frequência se queixa da sua situação.
Contudo, ela reconhece que a sua situação poderia ser pior, já que, apesar do sofrimento, o ocorrido lhe concede alguns privilégios, como ter por perto as pessoas que gosta, ficar sem trabalhar, conseguir mudanças nas pessoas próximas já que estas farão o possível para que melhore o estado e a dor da pessoa que está mal, etc…

COMO OS GANHOS SECUNDÁRIOS AFETAM AS RELAÇÕES?
Os ganhos secundários são um benefício, dentro do mal-estar, para a pessoa que os recebe, mas é um desgaste grande para aquelas pessoas com as quais convive, já que sofrem como se fosse seu o mal-estar da pessoa doente.
Os familiares, o cônjuge, amigos próximos ou seres queridos são os que sofrem as piores consequências, já que podem acreditar que a pessoa doente se recuperar ou melhorar é algo que depende do seu comportamento.
Esta carga termina se transformando em uma dependência para ambas, já que a pessoa que sofre o seu processo dependerá daquelas que cuidam dela.

A CHANTAGEM EMOCIONAL
Portanto, dentro dessa dependência que se forma da pessoa doente em relação às pessoas que lhe facilitam os ganhos secundários, é muito fácil se deixar levar pela chantagem emocional. Isto é, a pessoa doente pode acabar culpando, exigindo ou carregando a pessoa que cuida com o desenrolar da sua doença ou estado de saúde, na tentativa de conseguir o que espera.
Podemos ver um exemplo disto naquelas pessoas que têm um estado ultrapassado de irritação, ira ou fúria, etc… Elas costumam culpar as outras pessoas pela sua reação e mal-estar. Além disso, esperam que a outra pessoa mude, peça desculpas ou reconheça o erro, mantendo a irritação, a ira, etc… por um longo período de tempo. Mantêm a sua postura como medida de pressão: esperando sentir-se melhor apenas quando o outro mostrar algum tipo de mudança na direção que elas pretendem.
Assim, dessa forma, a pessoa culpada tenderá a ceder para evitar o conflito ou o mal-estar que a pessoa emocionalmente afetada lhe provoca.

RESISTÊNCIA À MUDANÇA
As pessoas que obtêm algum tipo de ganho secundário evitam as mudanças terapêuticas, já que, apesar do mal-estar, a recompensa obtida com este estado é maior.
Contudo, por se tratar de um processo inconsciente, tanto nos ganhos quanto na resistência, quando a pessoa se torna consciente disto, costuma trabalhar mais profundamente a sua mudança de atitude e, consequentemente, a sua melhora de saúde física e psicológica.

EU VEJO O QUE EU SOU!

Quando estou feliz, vejo a felicidade nos outros. Quando sinto compaixão, vejo o mesmo sentimento nas outras pessoas. Quando estou cheio de energia e esperança, vejo muitas oportunidades à minha volta... Mas, quando estou com raiva, vejo uma irritação despropositada. Quando estou deprimido, percebo a tristeza nos olhos de quem me rodeia. Quando estou desanimado, vejo o mundo como um lugar chato e sem atrativos. (Steve Chandler)

Fica a dica