CUIDADO COM OS PENSAMENTOS... NEM SEMPRE SÃO REAIS.
Consultório 1: Rua Alberto Teixeira da Cunha, 38 sl 610. Nilópolis. RJ. Tel: (21) 99088-9494
sábado, 29 de março de 2014
CURIOSIDADE: O uso do PSEUDÔNIMO.
Segundo e definição do Dicionário, pseudônimo é um “nome falso geralmente adotado por escritores, cineastas, artistas, jornalistas etc”.
Pode ser um apelido ou sigla utilizado por um grupo com um propósito em particular, escondendo seu nome original. Os pseudônimos incluem apelidos, nomes artísticos, identidades para jogos, identificações de reis, imperadores e importantes religiosos como o Papa.
Normalmente, os pseudônimos são utilizados para esconder a identidade real de escritores, grafiteiros, terroristas, grupos de resistência e hackers. Músicos, atores e outros artistas performáticos preferem a fazer uso dos nomes artísticos que podem – por exemplo - mascarar sua origem étnica no intuito de escapar de preconceitos e alcançar uma fatia maior do público.
Por outro lado, integrantes de grupos de minorias sexuais costumam utilizar pseudônimos para proteger suas identidades, representando uma “persona” diferente devido ao preconceito.
Empresas às vezes precisam que seus empregados utilizem nomes diferentes para manter uma boa imagem. Se uma multinacional tem a matriz nos Estados Unidos e possui unidades em países de língua portuguesa, ocorre uma adaptação, adequando os nomes originais para pseudônimos usuais da cultura local. Com isso, geram uma empatia e diminuem o estranhamento em relação aos consumidores.
Na literatura, Fernando Pessoa foi um dos escritores que mais fez uso de heterônimos: Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro e Bernardo Soares. No Brasil, Nelson Rodrigues escreveu diversas crônicas para jornais de grande circulação sob o pseudônimo de Suzana Flag – à época, os editores precisavam de um autor estrangeiro para aumentar as vendas.
Alguns pseudônimos e seus respectivos donos são: Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail ), Buddha (Siddhartha Gautama), Mahatma Gandhi (Mohandas Karamchand Gandhi), Madre Teresa (Agnes Gonxha Bojaxhiu), Osho (Rajneesh Chandra Mohan), Caravaggio (Michelangelo Merisi), Donatello (Donato di Niccolò di Betto Bardi), Picasso (Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso), Caligula (Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus), Al Capone (Alphonse Gabriel Capone), Coco Chanel (Gabrielle Bonheur Chanel), entre outros.
Pode ser um apelido ou sigla utilizado por um grupo com um propósito em particular, escondendo seu nome original. Os pseudônimos incluem apelidos, nomes artísticos, identidades para jogos, identificações de reis, imperadores e importantes religiosos como o Papa.
Normalmente, os pseudônimos são utilizados para esconder a identidade real de escritores, grafiteiros, terroristas, grupos de resistência e hackers. Músicos, atores e outros artistas performáticos preferem a fazer uso dos nomes artísticos que podem – por exemplo - mascarar sua origem étnica no intuito de escapar de preconceitos e alcançar uma fatia maior do público.
Por outro lado, integrantes de grupos de minorias sexuais costumam utilizar pseudônimos para proteger suas identidades, representando uma “persona” diferente devido ao preconceito.
Empresas às vezes precisam que seus empregados utilizem nomes diferentes para manter uma boa imagem. Se uma multinacional tem a matriz nos Estados Unidos e possui unidades em países de língua portuguesa, ocorre uma adaptação, adequando os nomes originais para pseudônimos usuais da cultura local. Com isso, geram uma empatia e diminuem o estranhamento em relação aos consumidores.
Na literatura, Fernando Pessoa foi um dos escritores que mais fez uso de heterônimos: Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro e Bernardo Soares. No Brasil, Nelson Rodrigues escreveu diversas crônicas para jornais de grande circulação sob o pseudônimo de Suzana Flag – à época, os editores precisavam de um autor estrangeiro para aumentar as vendas.
Alguns pseudônimos e seus respectivos donos são: Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail ), Buddha (Siddhartha Gautama), Mahatma Gandhi (Mohandas Karamchand Gandhi), Madre Teresa (Agnes Gonxha Bojaxhiu), Osho (Rajneesh Chandra Mohan), Caravaggio (Michelangelo Merisi), Donatello (Donato di Niccolò di Betto Bardi), Picasso (Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso), Caligula (Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus), Al Capone (Alphonse Gabriel Capone), Coco Chanel (Gabrielle Bonheur Chanel), entre outros.
sexta-feira, 28 de março de 2014
ABANDONE A AUTOPIEDADE
A autopiedade é o estado psicológico que uma pessoa pode desenvolver em situações adversas percebidas, em que não aceitou a situação e julga não ter confiança nem competência para lidar com aquilo que enfrenta. Você sofre desta avaliação deturpada de si mesmo? Sim, é uma avaliação deturpada que nos afasta das nossas capacidades, desligando-nos de nós mesmos. Ficamos presos nos sentimentos negativos, julgando sermos vitimas do mundo em geral. Isso faz com que a nossa força vital diminua, sentimo-nos impotentes e ficamos paralisados, deixando de ajudar a nós mesmos. Ilusoriamente acreditamos sermos incapazes de melhorar o estado em que nos encontramos.
Ninguém pode viver a vida por você. Você tem que assumir a responsabilidade da sua própria vida e o que acontece nela. As outras coisas e as outras pessoas podem certamente ajudá-lo em determinadas circunstâncias. Mas você é o principal responsável.
Você pode sair por aí culpando a sociedade, ou algumas pessoas pelos seus problemas. Nas finanças. Na saúde. Você sempre pode encontrar bodes expiatórios para julgar e sentir-se melhor sobre si mesmo. Você pode procurar constantemente suporte nos outros, ficar na sua sombra, dependente. Você pode fazer isso para o resto de sua vida, se quiser. Mas será o melhor para você?
Ninguém pode viver a vida por você. Você tem que assumir a responsabilidade da sua própria vida e o que acontece nela. As outras coisas e as outras pessoas podem certamente ajudá-lo em determinadas circunstâncias. Mas você é o principal responsável.
Você pode sair por aí culpando a sociedade, ou algumas pessoas pelos seus problemas. Nas finanças. Na saúde. Você sempre pode encontrar bodes expiatórios para julgar e sentir-se melhor sobre si mesmo. Você pode procurar constantemente suporte nos outros, ficar na sua sombra, dependente. Você pode fazer isso para o resto de sua vida, se quiser. Mas será o melhor para você?
quinta-feira, 27 de março de 2014
PARA REFLETIR
"As pessoas falam tanto em tempo, como se ele curasse tudo. Ele também destrói, corrói, separa e muda as pessoas. O tempo que traz é o mesmo que leva. Leva momentos, lembranças, amigos e amores. O tempo tem pressa. Por isso é importante aproveitar e saber valorizar. Há tempo pra tudo, exceto para ser desperdiçado."
Saúde física é melhor em pessoas de bem com a vida
Foi o que constataram pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra. Para isso, eles dividiram 3199 homens e mulheres acima de 60 anos de idade em quatro grupos de acordo com a faixa etária de cada um — e os acompanharam por oito anos. Nesse período, os experts realizaram entrevistas e avaliações da condição física e emocional dos participantes. No final da investigação, os resultados mostraram que, se comparados aos que curtiam a vida, os infelizes eram três vezes mais propensos a ter dificuldade em atividades diárias, como vestir uma peça de roupa, tomar banho e até mesmo se locomover. Assim, o trabalho sugere que um sorriso no rosto e um olhar mais positivo sobre os problemas do dia a dia podem ser a chave para chegar à maturidade esbanjando qualidade de vida.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Pessoas Criativas
Pessoas criativas tendem a ter uma motivação intrínseca – o que significa que elas agem movidas por um desejo interno e não por uma recompensa ou reconhecimento externo.
Psicólogos mostram que pessoas criativas são energizadas por atividades desafiadoras, o que demonstra uma motivação intrínseca e as pesquisas sugerem que simplesmente pensar em razões intrínsecas para realizar uma atividade pode ser o suficiente para aumentar a criatividade.
Ainda que não exista uma personalidade criativa “padrão”, existem algumas características e comportamentos comuns às pessoas altamente criativas:
* Elas sonham acordadas.
* Elas observam tudo.
* Elas trabalham no horário que é melhor para elas.
* Elas separam um tempo para a solitude.
* Elas conseguem transformar os obstáculos em algo bom.
* Elas buscam novas experiências.
* Elas aprendem com os erros.
* Elas fazem as perguntas mais complexas.
* Elas observam as pessoas.
* Elas arriscam.
* Elas encaram a vida toda como oportunidade de auto-expressão.
* Elas seguem suas verdadeiras paixões.
* Elas tentam pensar de forma diferente.
* Elas vivem rodeadas de coisas belas.
* Elas ligam os pontos.
* Elas perdem noção do tempo.
* Elas vivem rodeadas de coisas belas.
* Elas separam tempo para reflexão.
Nietzsche acreditava que a vida e o mundo devem ser encarados como uma obra de arte. Pessoas criativas podem estar mais propensas a ver o mundo dessa forma e a constantemente buscar oportunidades de auto-expressão no dia a dia.
Psicólogos mostram que pessoas criativas são energizadas por atividades desafiadoras, o que demonstra uma motivação intrínseca e as pesquisas sugerem que simplesmente pensar em razões intrínsecas para realizar uma atividade pode ser o suficiente para aumentar a criatividade.
Ainda que não exista uma personalidade criativa “padrão”, existem algumas características e comportamentos comuns às pessoas altamente criativas:
* Elas sonham acordadas.
* Elas observam tudo.
* Elas trabalham no horário que é melhor para elas.
* Elas separam um tempo para a solitude.
* Elas conseguem transformar os obstáculos em algo bom.
* Elas buscam novas experiências.
* Elas aprendem com os erros.
* Elas fazem as perguntas mais complexas.
* Elas observam as pessoas.
* Elas arriscam.
* Elas encaram a vida toda como oportunidade de auto-expressão.
* Elas seguem suas verdadeiras paixões.
* Elas tentam pensar de forma diferente.
* Elas vivem rodeadas de coisas belas.
* Elas ligam os pontos.
* Elas perdem noção do tempo.
* Elas vivem rodeadas de coisas belas.
* Elas separam tempo para reflexão.
Nietzsche acreditava que a vida e o mundo devem ser encarados como uma obra de arte. Pessoas criativas podem estar mais propensas a ver o mundo dessa forma e a constantemente buscar oportunidades de auto-expressão no dia a dia.
O que é Psicoterapia Infantil?
A psicoterapia infantil é o atendimento psicológico de crianças. Esse atendimento de crianças, assim como o de adultos, visa a identificação e tratamento de problemas vivenciados pela criança que estão relacionados a conflitos de ordem emocional.
É importante lembrar que muitas vezes situações consideradas simples, para nós adultos, são muito difíceis de serem entendidas pela criança. Isso faz com que aquilo que parece uma “pequena coisa” para nós, seja um problema intenso para a criança, que desperta um grande conflito. A criança, na maioria das vezes, tem dificuldade de identificar claramente e verbalizar o que realmente a assusta e apavora. Entretanto, comportamentos de medo excessivo, choro freqüente e até de certa agressividade são formas dela comunicar que algo não está bem e que ela precisa de ajuda.
Na psicoterapia infantil tradicional, a criança tem encontros com um psicólogo que em média duram 50 minutos. Nestes encontros geralmente o psicólogo propõe jogos e brincadeiras que entretenham a criança e que ao mesmo tempo permitam que ela comunique coisas que a preocupam. Portanto, é durante a brincadeira que o psicólogo pode ir conversando e interagindo com a criança para que ela se solte, sinta-se acolhida e consiga expressar-se. Talvez uma das mais marcantes diferenças entre a terapia de adultos e a de crianças esteja exatamente no meio de comunicação predominantemente usado: enquanto os adultos falam sobre o que têm sentido e o que os incomoda e gostariam de mudar, a criança se comunica com o psicólogo através da forma como constrói suas brincadeiras.
A terapia infantil visa auxiliar a criança a reconhecer e superar conflitos que têm, assim como a desenvolver estratégias saudáveis para tolerar as limitações que todos nós humanos temos nas nossas vidas. Afinal, terapêutico não é apenas aprender a expressar-se e defender seus direitos nas diferentes faixas etárias, mas também aprender a lidar com os deveres e com as faltas.
É importante lembrar que muitas vezes situações consideradas simples, para nós adultos, são muito difíceis de serem entendidas pela criança. Isso faz com que aquilo que parece uma “pequena coisa” para nós, seja um problema intenso para a criança, que desperta um grande conflito. A criança, na maioria das vezes, tem dificuldade de identificar claramente e verbalizar o que realmente a assusta e apavora. Entretanto, comportamentos de medo excessivo, choro freqüente e até de certa agressividade são formas dela comunicar que algo não está bem e que ela precisa de ajuda.
Na psicoterapia infantil tradicional, a criança tem encontros com um psicólogo que em média duram 50 minutos. Nestes encontros geralmente o psicólogo propõe jogos e brincadeiras que entretenham a criança e que ao mesmo tempo permitam que ela comunique coisas que a preocupam. Portanto, é durante a brincadeira que o psicólogo pode ir conversando e interagindo com a criança para que ela se solte, sinta-se acolhida e consiga expressar-se. Talvez uma das mais marcantes diferenças entre a terapia de adultos e a de crianças esteja exatamente no meio de comunicação predominantemente usado: enquanto os adultos falam sobre o que têm sentido e o que os incomoda e gostariam de mudar, a criança se comunica com o psicólogo através da forma como constrói suas brincadeiras.
A terapia infantil visa auxiliar a criança a reconhecer e superar conflitos que têm, assim como a desenvolver estratégias saudáveis para tolerar as limitações que todos nós humanos temos nas nossas vidas. Afinal, terapêutico não é apenas aprender a expressar-se e defender seus direitos nas diferentes faixas etárias, mas também aprender a lidar com os deveres e com as faltas.
COORDENAÇÃO MOTORA
É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA O TRABALHO PSICOMOTOR, PRINCIPALMENTE DENTRO DA EDUCAÇÃO INFANTIL. PORÉM MUITAS VEZES PERCEBEMOS QUE ISSO FICA EM SEGUNDO PLANO EM NOME DE UMA ALFABETIZAÇÃO PRECOCE.
"O DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR É A BASE PARA A ALFABETIZAÇÃO E NÃO PODEMOS NOS ESQUECER DISSO."
SUGESTÃO: SUGIRA PARA A EQUIPE TÉCNICA DA ESCOLA, FAZER ALGO PARECIDO COMO O DA FOTO NO PÁTIO DAS ESCOLAS DE VOCÊS. "IDEIA SUPER, HIPER, MEGA GENIAL"
domingo, 16 de março de 2014
Mãe descobre que filho terá Síndrome de Down e envia e-mail para organização de apoio perguntando como será a vida da criança no futuro. Agência de publicidade italiana resolveu responder com um vídeo emocionante. Assistahttp://bit.ly/1qDzQjQ
Positividade e Criatividade
“ Existe uma forma de respirar que sufoca e limita. E existe outra forma de inspirar e expirar, uma respiração amorosa, que te abre infinitamente.” (Rumi)
A positividade – seja manifesta em alegria, serenidade, gratidão, etc – literalmente dá uma nova perspectiva à sua vida. As emoções positivas nos abrem.
É o que a Dra Barbara Fredrickson denomina de efeito de ampliação ou abertura (broaden effect) das emoções positivas. A positividade amplia a nossa mente e expande o nosso compo de visão. Ameaçada pela negatividade nossa mente se contrai e se limita.
Uma consequência prática do poder de ampliador cognitivo da positividade é o aumento da criatividade. Uma mente mais aberta torna sua forma de pensar e agir mais flexível diante das situações. Quando você vê mais, mais idéias vêm à sua mente e mais ações se tornam possíveis.
Este fato foi demonstrado por uma equipe de cientistas da Universidade de Toronto. Eles induziram os voluntários em três momentos com positividade, negatividade e outro neutro e aplicavam duas diferentes tarefas. Uma tarefa avaliava a capacidade de atenção visual e a outra avaliava a critividade verbal, através da expressão de palavras relacionadas a uma palavra sugerida. Os pesquisadores descobriram que ao sentir emoções positivas, os indivíduos apresentavem uma melhora significativa na atenção visual e na criatividade.
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