terça-feira, 14 de novembro de 2017

BOM FERIADO!


Mudanças....

Quem é que nunca mudou? Mudou de opinião, mudou de atitudes, mudou de foco, mudou hábitos e costumes... Todos mudamos e estamos em constante processo de transformação. Existem aquelas pessoas que mudam para melhor, amadurecem, crescem, evoluem, se tornam realmente pessoas melhores por dentro e conseguem a proeza de fazer de todas as dificuldades e obstáculos uma lição de vida.
Mas, existem ainda, aquelas que mesmo depois de passar pelo fogo da vida, continuam iguais e ficam ali batendo na mesma tecla, reclamando, se lamentando, e não conseguem perceber que o problema esta dentro delas.
Tudo depende de cada um, os problemas da vida, vão sempre existir, sempre!
Cabe a cada um decidir o que fazer deles, ou seja, tirar uma lição de aprendizado e crescer ou ficar na mesmice assistindo tudo de camarote...
MUDE!!!!
Seja melhor que ontem, pare de andar na contramão, de remar contra a maré, mude o lado da estrada, deixar o coração pulsar diferente, a alegria invadir sua alma, a paz ser sua melhor companhia.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Você não faz idéia do poder que as suas palavras e suas atitudes têm sobre as outras pessoas, sobre o que elas são e o que podem vir a ser.
Usa sua MAGIA do coração!
O BEM traz o BEM !!!
Muita paz e harmonia no dia das Bruxas!

sábado, 28 de outubro de 2017


Parabéns Funcionários Públicos !


Pessoas que choram são mais fortes...

 Um provérbio irlandês diz que “As lágrimas derramadas são amargas, mas mais amargas são as que não se derramam”.
Por que as pessoas que choram são mais equilibradas emocionalmente?

 1. Não reprimem suas emoções

Se você se sente eufórico de alegria, esconderia seu sorriso? Se escuta um som alto na casa a noite, não lhe assustaria? Então, no há motivos para esconder a tristeza. Só as pessoas seguras de si mesma, com uma grande Inteligência Emocional, são capazes de reconhecer suas emoções e expressá-las, mesmo que estas sejam consideradas “negativas”. É necessário muita coragem para nadar contra a corrente e expressar quem você realmente é ou como se sente nesse momento. Na verdade, o filósofo Séneca afirmou que “Não tem maior causa para chorar que não poder chorar”.
Manter a mente fria e reprimir as emoções tem um grande custo, não só para nossa saúde psicológica como também física. Numerosos estudos tem vinculado a repressão emocional com um maior risco de desenvolver enfermidades como asma, hipertensão e patologias cardíacas. Curiosamente, um estudo realizado na Universidade de Standord descobriu que as pessoas que costumam reprimir suas emoções agem ante a pressão e ao estresse de maneira exagerada, com um maior aumento da pressão arterial que as pessoas catalogadas como ansiosas. Isto nos indica que essa “calma aparente” na realidade não é boa para nosso equilíbrio emocional.
2. Aproveitam as lágrimas para mudar a perspectiva
Você sabia que as lágrimas aliviam o estresse, a ansiedade, a dor e a frustação? As lágrimas no só são a água que limpamos a alma senão que também limpamos nossos olhos, para permitir-nos ver a situação a partir de outra perspectiva. As lágrimas nos fortalecem e nos permite crescer. Com já dizia a poeta uruguaia Sara de Ibáñez: “Vou chorar sem pressa. Vou chorar até esquecer o choro e alcançar o sorriso”.
Na verdade, 70% das pessoas pensam que chorar é reconfortante. E que o choro nos permite ver a situação por uma perspectiva mais positiva. Quando terminamos de chorar, nossa mente se encontrar mais clara e, e em poucos minutos seremos capazes de analisar a situação a partir de outro prisma. Isto se deve a que nossas emoções se equilibraram e nossa mente racional está preparada para entrar em ação.

3. Sabem que o choro é terapêutico

Sabia que o choro estimula a liberação de endorfinas em nosso cérebro, que nos ajudam a aliviar a dor e também fomentam um estado de relaxamento e paz? É por isto que depois de chorar, nos sentimos muito melhores e relaxados. Na verdade, foi verificado que não é conveniente cortar o choro, mas deixar que flua porque a primeira fase só tem um efeito ativador mas a segunda fase tem um efeito calmante que reduz a frequência cardíaca e respiratória, propiciando um estado de relaxamento. Ás vezes, o choro é mais benéfico que o riso.
Um estudo realizado na Universidade da Florida descobriu que o choro é profundamente terapêutico, sobretudo quando se une com um “remédio relacional”, ou seja, quando se aproxima outras pessoas e estas nos dão consolo. Também perceberam que o choro triste, esse que está destinado a criar novos vínculos depois de uma perda, tem um poder catártico.
4. Não se submetem as expectativas sociais
As pessoas que não tem medo de chorar se sentem muito mais livres, são capazes de expressar-se sem se verem pressas pelos convencionalismos sociais. Estas pessoas não tem medo de decepcionar os demais nem a mostra sua suposta “debilidade”, porque sabem que na realidade chorar não implica em nada disso.
As pessoas que choram são mais verdadeiras e não querem se ver maquiadas pelas expectativas sociais. Essa consciência as levam a serem mais livres e a levar uma vida segundo suas próprias regras. Estas pessoas são verdadeiros “ativistas” que lutam por uma sociedade mais saudável emocionalmente onde as pessoas não se veem obrigadas a esconder o que sentem.
5. Conectam emocionalmente através das lágrimas
O choro é uma das expressões mais íntimas dos nossos sentimentos. Quando choramos na frente de alguém, é como se estivéssemos desnudando nossa alma. Por isso, as lágrimas ajudam a criar um conexão muito especial, é como se conectássemos diretamente através do nosso “eu” mais profundo.Quando uma outra pessoa “aceita” essa tristeza, sem tentar fugir dela ou nos brindar de falsas palavras de alento, simplesmente nos apoia e se mantém ao nosso lado, se cria uma conexão única. Na verdade, uma das funções das lágrimas é precisamente a de pedir ajuda, mesmo que seja de maneira indireta, mostrando nossa impotência, para que os demais se acerquem e nos conforte.
Portanto, o choro e a tristeza não devem ser percebidos como um sinal de debilidade, senão como um sinal de fortaleza interna e atenção plena. Não choramos porque sejamos débeis ou incapazes, senão porque estamos vivos e não nos envergonhamos de expressar o que sentimos.
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Raiva, tristeza e medo, por exemplo, fazem parte do repertório das vivências cotidianas, como resultado de circunstâncias que não controlamos. É natural sentir raiva, quando a pessoa considera que foi prejudicada ou lesada em seus direitos; tristeza quando passa por uma situação de perda; medo quando confrontada com algo ameaçador. Dependendo do caso, raiva, tristeza e medo impedem dificuldades maiores e  salvam o indivíduo de perigos. A raiva pode interromper um ato de injustiça; a tristeza nos humaniza; o medo sinaliza para os riscos que devem ser evitados.
As emoções negativas deixam de cumprir seu papel de promover reflexão e mudança de comportamento quando tomam dimensões exageradas e causam paralisia. A raiva que não se controla pode virar transtorno explosivo intermitente; tristeza sem fim pode acabar em um quadro depressivo; medo excessivo pode gerar um transtorno de ansiedade, como o de pânico. E assim também é com a culpa. Sentimento necessário para a convivência humana em seu mais amplo sentido, afinal, sem ela, todo desejo seria permitido, independentemente das consequências para o outro, a culpa pode se tornar prisão e fonte de sofrimento. Se ela serve de sinal para se pensar sobre um erro cometido e leva a uma mudança positiva de comportamento, tem uma função adaptativa.
Mas, quando o sentimento de culpa se torna desproporcional, provoca uma série de comportamentos desadaptativos que só fazem aumentar o mal-estar. Um deles é não conseguir recusar pedidos descabidos, responsabilizando-se por pessoas que podem perfeitamente cuidar de si mesmas, mas preferem depender dos outros. Isso é muito comum de acontecer nas relações familiares, onde as pessoas com baixa autoestima têm maior possibilidade de cair nas armadilhas da chantagem emocional considerando-se responsáveis pelo bem-estar do outro. Uma coisa é cuidar com amor, outra, bem diferente, é se deixar escravizar pelas necessidades alheias. Isso faz com que a pessoa descuide de si mesma, fique sobrecarregada pelas demandas de terceiros, ao se obrigar a atendê-las sem medir as consequências. Mas as tentativas de se sentir aceita e amada apenas alimentam a culpa, porque, como nada que se faça parece suficiente, é preciso intensificar as ações.
Relacionamentos saudáveis são baseados em respeito e confiança, e a culpa não contribui para que eles sejam satisfatórios para todos os envolvidos, ao contrário, pode originar ressentimento, mágoas e raiva, que envenenam qualquer convívio. Esse sentimento pode ter origem na infância, quando o indivíduo se sente rejeitado pelos adultos que o cercam, percebe-se como alguém que não merece amor e tenta compensar isso se aproximando das pessoas para conquistá-las. E, mesmo adulto, se considera imperfeito, e tudo fará para se provar digno de afeto. Mas, sem a compreensão das causas dessa visão tão depreciativa de si mesmo, a pessoa não é capaz de fazer as mudanças que a libertarão. Invista no autoconhecimento, faça psicoterapia.

A capacidade de administrar contrariedades com equilíbrio (e o mínimo de cordialidade) é um dos principais indicativos de maturidade emocional.

Por outro lado, se ela ataca, ou mesmo recua bruscamente, mostra claramente seu medo e insegurança.
PSICOLOGIASDOBRASIL.COM.BR

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