segunda-feira, 10 de junho de 2013

EU IR AO PSICÓLOGO? EU NÃO, EU NÃO SOU DOIDO.

Esta é a fala de muitas pessoas quando alguém diz para ela ir para um psicólogo.

Primeiro vamos entender o que é psicologia, é uma ciência que estuda a alma humana e todas as suas as manifestações observáveis ou não, por exemplo, só conseguimos definir a alegria em alguém, através da das expressões que ela faz, como um sorriso no resto, um modo de falar bem exaltado, os braços ficam abertos, gargalhadas constantes. 
A psicologia então estuda todos estes processos em que o indivíduo se expressa através do comportamento, como o amor, a tristeza, a inteligência, a memória e etc.

                                        


A Terapia é quando uma pessoa faz algo que traz uma consequência positiva ou boa para ela, como exemplo, fazer aula de dança pode ser terapêutico para algumas pessoas, pois distrai a cabeça de algumas preocupações; há outras atividades, como pintura, artes, culinária, esportes e muitas outras.

A Psicoterapia é um pouco mais complexa que a terapia, pois se juntamos as palavras psico + terapia, podemos entender que é uma forma de fazer com que as pessoas se distraiam consigo mesmos, ou seja, que pensem e reflitam sobre si, sobre as suas atitudes, sobre como elas ficam tristes, ou alegres e o porque elas ficam assim.

O Psicólogo está capacitado para pensar junto com ela, para despertar e aprofundar no auto-conhecimento, afinal psicoterapia é lugar de pessoas normais que apresentam capacidade para simplesmente pensar.

AUTOCONHECIMENTO


Um mundo sem projeções é improvável, todos nós temos as nossas expectativas e, de certa forma, isso nos move e indica aquilo que queremos. O ponto é equilibrar as expectativas com a realidade e evitar colocar no outro toda a responsabilidade pela nossa satisfação. Quando buscamos nos conhecer mais entendemos também o que buscamos no outro. Com o autoconhecimento ganhamos mais autonomia sobre as nossas escolhas e a dinâmica do relacionamento se torna mais saudável.

As experiências passadas são também muito importantes, através delas vamos aprendendo e crescendo. 
Qualquer pessoa que olhar sua história verá nela situações boas, ruins, engraçadas, tristes. A diferença é como as interpretamos, podemos ver as situações ruins como catastróficas ou como comuns a espécie humana e aprendermos com elas. O fato é que as relações colorem a nossa vida, estamos sempre em busca de trocas significativas com as pessoas à nossa volta. Cabe a nós construirmos relações positivas e saudáveis. Elas são os alicerces do caminho, a base para uma vida mais feliz!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

COMPORTAMENTO AFETIVO X SAPATOS



Não é de hoje que as mulheres mantêm uma relação de “amor perfeito” com os sapatos. Lá no século XVIII, a rainha francesa Maria Antonieta já exibia uma coleção invejável de pares e modelos, mas por aqui eles só ganharam importância com a chegada da corte de Dom João VI, em 1808.
O tempo passou e os sapatos foram se modificando, hoje existem inúmeros tipos, cores e texturas para todos os gostos e bolsos, aumentando ainda mais a fissura por eles!
No imaginário social, os sapatos possuem uma estreita relação com a sedução. Logo, os modelos que valorizam os pés e a postura feminina acabam por estimular a sensualidade e aumentam a autoestima da mulher.“A oferta de diferentes formatos, cores e estilos apontam para um grande valor estético, tanto quanto a vestimenta”.
O ato de beijar os pés, representa veneração. Era um hábito muito comum na antiguidade e está presente nas parábolas bíblicas, o que mostra que essa parte do corpo tinha grande importância e respeito.
Uma pesquisa da agência Giacometti Comunicaçao sugere que os sentimentos experimentados pela mulher no momento da compra de um sapato é o desejo de ficar mais atraente e de ser reverenciada, e não devido à funcionalidade do objeto.
O estudo também diz respeito à frequência de compra: estima-se que as mulheres adquiram um novo sapato por mês, no mínimo.
Uma outra possibilidade da grande paixão pelos sapatos é que sempre cabem, pois pessoa não se frustra ao experimentar e ele não caber… ou nem quando ele fica largo demais e não tem número menor!
“Daí o mercado ser tão forte, com vitrines chamativas e atraentes”.

FONTE: Espaço Mulher - Doce mundo

quarta-feira, 5 de junho de 2013

O QUE FAZER COM AS BIRRAS DAS CRIANÇAS?

Existem alguns princípios básicos que ajudam a ultrapassar as birras e a favorecer ao máximo o desenvolvimento e a evolução das crianças.
Como algumas birras são inevitáveis, é fato que tiram quaquer um do sério,mas os pais poderão fazer uso de algumas dicas para as controlar ou minimizar.




1- Deixar de fazer as vontades no momento que a criança faz a birra.


2- Procurar ignorar a birra e manter-se o mais calmo possível, evite ironizar a criança.

3- Tenha coerência, firmeza e consistência na comunicação dos limites de comportamento e regras impostas. Mantenha sempre a palavra, não ceda!

4- Procurar manter a calma face a esse comportamento sem agressividade, pois comportamentos agressivos são reforçados e repetidos.

5- Segure firme a criança e fale olhando em seu rosto com palavras que a façam perceber que está agindo errado.

6- Não insista em conversar na hora da raiva.

7- Não ameace com castigos que não vai conseguir cumprir.

LIDANDO COM A TIMIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

A adolescência é uma fase que chega acompanhada de uma porção de dúvidas e inseguranças. Afinal, o jovem passa por uma série de mudanças físicas e psicológicas que trazem questionamentos e autocríticas sobre sua imagem e suas ideias. Para quem já é tímido, essa fase pode acentuar o comportamento de retração social. Por isso é importante que os pais saibam como ajudar seus filhos a lidar com esse traço de personalidade.
A timidez não é uma doença, mas um padrão de conduta relacionado com o medo do julgamento dos outros: com receio de receber críticas, o tímido prefere não se expor ou se expressar. Um dos caminhos para ajudar o adolescente a lidar com isso é estabelecer um canal de diálogo com ele e mostrar quais são seus valores e as suas qualidades. Vale mostrar que receber uma avaliação negativa não deve ser encarado como o fim do mundo: é preciso saber ser elogiado e saber ser criticado.
É necessário também respeitar o comportamento do filho que é tímido. Nem todo mundo nasceu para ser popular e comunicativo e essas características não devem ser tomadas como modelos de comportamento. Porém deve-se tomar cuidado para que a timidez não cause prejuízos ao adolescente, como levá-lo ao isolamento social ou comprometer o aprendizado na escola.


"Projetamos nossas deficiências nos outros. Dizemos aos outros o que deveríamos estar dizendo a nós mesmos. Quando julgamos os outros, estamos julgando a nós mesmos. 

Se você se atacar o tempo todo com pensamentos negativos, também atacará as pessoas à sua volta - verbal, emocional ou fisicamente - e acabará destruindo alguma área de sua própria vida. 
O que você faz e o que você diz não são acidentais. Não há acidentes na vida que você criou. No mundo holográfico, tudo é você, e você está sempre falando consigo mesmo." (Debbie Ford)

sábado, 25 de maio de 2013

AMAR FAZ BEM À SAÚDE

"O amor faz transformações químicas no corpo. Ele provoca a liberação de hormônios que dão energia, disposição e a sensação de alegria", revela o psicólogo Ailton Amélio da Silva, doutor em psicologia e professor de Relacionamentos Amorosos e Comunicação na USP. 
O amor ocorre não importando os níveis: sociais, culturais, paternal, maternal e fraternal. É um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. É abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho e sem textura.
O conceito mais popular de AMOR envolve vinculo emocional com alguém, o sentimento em excelência, é um sentimento de todo ser humano, todos necessitam de amor, não importando idade e sexo.
o amor libera a endorfina no organismo, substância que proporciona sensação de bem-estar, prazer e alegria, reduzindo o risco de depressão e controlando a ansiedade e o estresse, verdadeiros riscos psicológicos para as doenças cardíacas.
A felicidade e o prazer estimulam os hormônios e melhoram o estado geral do organismo pela eliminação de toxinas nocivas à saúde, ou seja, estar apaixonado e ser amado aumentam a qualidade de vida inclusive do ponto de vista do equilíbrio bioquímico do organismo.
Para que a experiência do amor se desenvolva em nossas vidas, é necessário cuidar do amor próprio antes de querer amar alguém, o que significa auto cuidado, pois a sabedoria popular já diz que ninguém dá o que não tem.
É extremamente saudável poder dividir, planejar e construir uma vida em comum ao lado de quem se ama, mas é importante não se tornar dependente do outro, sendo fundamental ampliar a rede de relacionamentos e cultivar os amigos próprios, um sinal de autoestima saudável.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O nosso olhar que limita



Um dos nossos maiores vícios ao lidar com o ser humano é quando tentamos compreendê-lo, classificando-o dentro das categorias que construímos. Já nos primeiros contatos com uma pessoa nova, buscamos em nosso arquivo da memória referências com a qual possamos associá-la (como alguém que conhecemos que tenha uma aparência ou jeito semelhante de alguma forma),para que possamos pensar: ah, ela é assim!


A partir daí criamos rapidamente um quadro mental da sua maneira de ser e de se comportar e de como devemos lidar com ela - pois estamos sempre buscando andar em territórios seguros. 
E aí classificamos aquele conhecido de egoísta, o filho mais velho de problemático, o colega de trabalho de incompetente e a amiga de amorosa – categorias que geralmente estão mais ligadas às nossas próprias experiências passadas com outras pessoas e à maneira que passamos a ver o mundo a partir daí do que ao outro em si.  
Ao colocar as pessoas dentro desses nossos "padrões mentais", deixamos de vê-las de maneira mais completa. Por mais que esteja evidente, não perceberemos no egoísta outros lados, como a sua coragem de batalhar pelos seus objetivos e sua firmeza ao lidar com situações difíceis; ou a grande carência de afeto e a necessidade de manter as pessoas sempre à sua volta que mobiliza a amorosa a estar sempre tão receptiva às pessoas. 
Muitas vezes nos espantamos quando descobrimos que aquele fantástico chefe batalhador do qual um amigo sempre nos fala e que tanto o ajudou no trabalho, é aquele mesmo que tínhamos classificado apenas como egoísta. E a nossa amiga tão "amorosa" é vista como "chantagista emocional" pelo velho conhecido. Chegamos a perguntar se estamos falando da mesma pessoa...
Quando nos atemos rigidamente à esses padrões internos com os quais julgamos e classificamos as pessoas, ficamos presos também. Pois as categorias que criamos estreitam o nosso olhar. E. se por um lado, isso nos dá uma (falsa) ilusão de segurança, por outro lado, limita a nossa capacidade de nos relacionar e de ver o outro como ele é - em toda a sua complexidade como ser humano. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Paciência...

Ser paciente não significa ser passiva esperando que as coisas aconteçam. Muito pelo contrário!
"Ao conseguir se manter calma - ou seja, paciente -, você é capaz de analisar o problema para depois resolvê-lo com sabedoria".




1. Respire fundo
Inspirar profundamente e segurar a respiração por 10 segundos funciona, sim, para controlar os ânimos. "E, assim, evita um impulso imediato".

2. Pense em coisas boas
Fechar os olhos e lembrar de momentos felizes ajuda a mandar a impaciência para o espaço. Melhor ainda se estiver ouvindo uma boa música. Situações que relaxam fazem com que você libere serotonina, um neurotransmissor que dá sensação de bem-estar.

3. Faça intervalos

Permita-se algumas pausas durante o dia. "A cada uma ou duas horas de trabalho, faça algo para acalmar o cérebro".
Pensamento repetitivo provoca inquietude e instabilidade na mente, o que deixa impaciente e aumenta as chances de erro.

4. Alivie o coração
Às vezes, diante de um problema, bate uma vontade danada de gritar ou chorar. Colocar as emoções para fora pode ajudar, mas tome cuidado para a reação não se tornar um comportamento repetitivo, ok?

Fonte: Vivendo e aprendendo.com.br

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