sexta-feira, 14 de junho de 2013

UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA!!!!


VOCÊ SABE O QUE É SER ALTRUÍSTA?

A palavra altruísmo foi criada por Auguste Comte, filósofo francês, que, em 1830, a caracterizou como o grupo de disposições humanas, sejam elas individuais ou coletivas, que inclinam os seres humanos a se dedicarem aos outros. 
Portanto altruismo não é sinônimo de solidariedade como muitos pensam, é um conceito muito mais amplo. É um conceito que se opõe ao egoísmo (inclinações específica e exclusivamente individuais individuais ou coletivas).
Na definição de Comte, o altruísmo enquanto virtude é a atitude de viver para os outros. Para que uma pessoa seja altruísta precisa dominar os instintos egoístas, que existem naturalmente em todo o ser humano, fazendo emergir as inclinações benévolas.
Instintos naturais de benevolência isoladamente não constituem o altruísmo. Irão constituir apenas se a pessoa conseguir dar caráter de habitualidade. Os instintos de benevolência, esporadicamente, emergem no comportamento humano. É preciso fazer do altruísmo um estado habitual que diminua e substitua continuamente os instintos egoístas, tornando-os menos ativos e mais controláveis.
Para Comte,o altruísmo pode apresentar-se em três modalidades básicas: o apego, a veneração e a bondade. Do primeiro para o último, sua intensidade diminui e, por isso mesmo, sua importância e sua nobreza aumentam. O apego refere-se ao vínculo que os iguais mantêm entre si; a veneração refere-se ao vínculo que os mais fracos têm para com os mais fortes; por fim, a bondade é o sentimento que os mais fortes têm em relação aos mais fracos.
Ser altruísta em geral é muito positivo, além do grande prazer em dedicar-se ao outro, cria laços de confraternização, o que nos faz crescer interna e externamente. Quando reconhecemos as necessidades alheias, sentimos nossa percepção do mundo ampliar.
A vida tem significados maiores quando somos úteis e nos sentimos mais ativos socialmente.

REFLETINDO....



O que você acha de bom nos outros está também em você. 

Os defeitos que você acha nos outros são os seus defeitos também. 
Afinal, para reconhecer algo, você tem que conhecê-lo. 
As potencialidades que você vê nos outros são possíveis também para você. 
A beleza que você vê ao seu redor é sua beleza.
O mundo ao seu redor é um reflexo, um espelho que mostra quem você é. 
Para mudar seu mundo, você precisa mudar a si mesmo. 
Culpar e reclamar só tornará as coisas piores. 
As coisas com que você se importa são sua responsabilidade.
O que você vê nos outros lhe mostra você mesmo. 
Veja o melhor nos outros e você será uma pessoa melhor. 
Doe aos outros e estará doando a si mesmo.
Aprecie a beleza, e você será belo. 
Admire a criatividade, e você será criativo.
Ame, e você será amado. 
Procure compreender, e será compreendido. 
Ouça, e sua voz será ouvida. Ensine, e você aprenderá.
Mostre ao espelho sua melhor face, 
e você ficará feliz com o que ele vai lhe mostrar.

A música e o desenvolvimento social da criança.

A música traz efeitos muito significativos no campo da maturação social da criança. É por meio do repertório musical que nos iniciamos como membros de determinado grupo social. Por exemplo: os acalantos ouvidos por um bebê no Brasil não são os mesmos ouvidos por um bebê nascido na Islândia; da mesma forma, as brincadeiras, as adivinhas, as canções, as parlendas que dizem respeito à nossa realidade nos inserem na nossa cultura.
Além disso, a música também é importante do ponto de vista da maturação individual, isto é, do aprendizado das regras sociais por parte da criança. Quando uma criança brinca de roda, por exemplo, ela tem a oportunidade de vivenciar, de forma lúdica, situações de perda, de escolha, de decepção, de dúvida, de afirmação.
Quem pode esquecer a hora do recreio na escola, do chamado da turma da rua ou do prédio, pra cantarolar a Teresinha de Jesus, aquela que de uma queda foi ao chão e que acudiram três cavalheiros, todos eles com chapéu na mão? E a briga pra saber quem seria o pai, o irmão e o terceiro, aquele pra quem a disputada e amada Teresinha daria, afinal, a sua mão? E aquela emoção gostosa, aquele arrepio que dava em todos, quando no centro da roda, a menina cantava: “sozinha eu não fico, nem hei de ficar, porque quero o ... para ser meu par”. E aí, apontando o eleito, ele vinha ao meio pra dançar junto com aquela que o havia escolhido... Quanta declaração de amor, quanto ciuminho, quanta inveja, passava na cabeça de todos.
Essas cantigas e muitas outras que nos foram transmitidas oralmente, através de inúmeras gerações, são formas inteligentes que a sabedoria humana inventou para nos prepararmos para a vida adulta. Tratam de temas tão complexos e belos, falam de amor, de disputa, de trabalho, de tristezas e de tudo que a criança enfrentará no futuro, queiram seus pais ou não. São experiências de vida que nem o mais sofisticado brinquedo eletrônico pode proporcionar.
Mais tarde, já às voltas com as dores e as delícias do adolescer, a música tem papel de destaque. Sem sombra de dúvida, a música é uma das formas de comunicação mais presente na vida dos jovens. Inúmeras vezes, é por meio da canção que temáticas importantes na inserção social desse jovem, não mais como criança, mas agora como preparação para a vida adulta, lhe são apresentadas. Como exemplo, temos os videoclipes que apresentam a jovens de classe média a dura realidade do racismo, da vida nas periferias urbanas e que podem ser utilizados por pais e educadores como forma de estabelecer um diálogo, uma porta para a construção da consciência cívica.

Fonte:NOGUEIRA, M. A. - A música e o desenvolvimento da criança. Revista da UFG, Vol. 5, No. 2, dez 2003.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

EU IR AO PSICÓLOGO? EU NÃO, EU NÃO SOU DOIDO.

Esta é a fala de muitas pessoas quando alguém diz para ela ir para um psicólogo.

Primeiro vamos entender o que é psicologia, é uma ciência que estuda a alma humana e todas as suas as manifestações observáveis ou não, por exemplo, só conseguimos definir a alegria em alguém, através da das expressões que ela faz, como um sorriso no resto, um modo de falar bem exaltado, os braços ficam abertos, gargalhadas constantes. 
A psicologia então estuda todos estes processos em que o indivíduo se expressa através do comportamento, como o amor, a tristeza, a inteligência, a memória e etc.

                                        


A Terapia é quando uma pessoa faz algo que traz uma consequência positiva ou boa para ela, como exemplo, fazer aula de dança pode ser terapêutico para algumas pessoas, pois distrai a cabeça de algumas preocupações; há outras atividades, como pintura, artes, culinária, esportes e muitas outras.

A Psicoterapia é um pouco mais complexa que a terapia, pois se juntamos as palavras psico + terapia, podemos entender que é uma forma de fazer com que as pessoas se distraiam consigo mesmos, ou seja, que pensem e reflitam sobre si, sobre as suas atitudes, sobre como elas ficam tristes, ou alegres e o porque elas ficam assim.

O Psicólogo está capacitado para pensar junto com ela, para despertar e aprofundar no auto-conhecimento, afinal psicoterapia é lugar de pessoas normais que apresentam capacidade para simplesmente pensar.

AUTOCONHECIMENTO


Um mundo sem projeções é improvável, todos nós temos as nossas expectativas e, de certa forma, isso nos move e indica aquilo que queremos. O ponto é equilibrar as expectativas com a realidade e evitar colocar no outro toda a responsabilidade pela nossa satisfação. Quando buscamos nos conhecer mais entendemos também o que buscamos no outro. Com o autoconhecimento ganhamos mais autonomia sobre as nossas escolhas e a dinâmica do relacionamento se torna mais saudável.

As experiências passadas são também muito importantes, através delas vamos aprendendo e crescendo. 
Qualquer pessoa que olhar sua história verá nela situações boas, ruins, engraçadas, tristes. A diferença é como as interpretamos, podemos ver as situações ruins como catastróficas ou como comuns a espécie humana e aprendermos com elas. O fato é que as relações colorem a nossa vida, estamos sempre em busca de trocas significativas com as pessoas à nossa volta. Cabe a nós construirmos relações positivas e saudáveis. Elas são os alicerces do caminho, a base para uma vida mais feliz!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

COMPORTAMENTO AFETIVO X SAPATOS



Não é de hoje que as mulheres mantêm uma relação de “amor perfeito” com os sapatos. Lá no século XVIII, a rainha francesa Maria Antonieta já exibia uma coleção invejável de pares e modelos, mas por aqui eles só ganharam importância com a chegada da corte de Dom João VI, em 1808.
O tempo passou e os sapatos foram se modificando, hoje existem inúmeros tipos, cores e texturas para todos os gostos e bolsos, aumentando ainda mais a fissura por eles!
No imaginário social, os sapatos possuem uma estreita relação com a sedução. Logo, os modelos que valorizam os pés e a postura feminina acabam por estimular a sensualidade e aumentam a autoestima da mulher.“A oferta de diferentes formatos, cores e estilos apontam para um grande valor estético, tanto quanto a vestimenta”.
O ato de beijar os pés, representa veneração. Era um hábito muito comum na antiguidade e está presente nas parábolas bíblicas, o que mostra que essa parte do corpo tinha grande importância e respeito.
Uma pesquisa da agência Giacometti Comunicaçao sugere que os sentimentos experimentados pela mulher no momento da compra de um sapato é o desejo de ficar mais atraente e de ser reverenciada, e não devido à funcionalidade do objeto.
O estudo também diz respeito à frequência de compra: estima-se que as mulheres adquiram um novo sapato por mês, no mínimo.
Uma outra possibilidade da grande paixão pelos sapatos é que sempre cabem, pois pessoa não se frustra ao experimentar e ele não caber… ou nem quando ele fica largo demais e não tem número menor!
“Daí o mercado ser tão forte, com vitrines chamativas e atraentes”.

FONTE: Espaço Mulher - Doce mundo

quarta-feira, 5 de junho de 2013

O QUE FAZER COM AS BIRRAS DAS CRIANÇAS?

Existem alguns princípios básicos que ajudam a ultrapassar as birras e a favorecer ao máximo o desenvolvimento e a evolução das crianças.
Como algumas birras são inevitáveis, é fato que tiram quaquer um do sério,mas os pais poderão fazer uso de algumas dicas para as controlar ou minimizar.




1- Deixar de fazer as vontades no momento que a criança faz a birra.


2- Procurar ignorar a birra e manter-se o mais calmo possível, evite ironizar a criança.

3- Tenha coerência, firmeza e consistência na comunicação dos limites de comportamento e regras impostas. Mantenha sempre a palavra, não ceda!

4- Procurar manter a calma face a esse comportamento sem agressividade, pois comportamentos agressivos são reforçados e repetidos.

5- Segure firme a criança e fale olhando em seu rosto com palavras que a façam perceber que está agindo errado.

6- Não insista em conversar na hora da raiva.

7- Não ameace com castigos que não vai conseguir cumprir.

LIDANDO COM A TIMIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

A adolescência é uma fase que chega acompanhada de uma porção de dúvidas e inseguranças. Afinal, o jovem passa por uma série de mudanças físicas e psicológicas que trazem questionamentos e autocríticas sobre sua imagem e suas ideias. Para quem já é tímido, essa fase pode acentuar o comportamento de retração social. Por isso é importante que os pais saibam como ajudar seus filhos a lidar com esse traço de personalidade.
A timidez não é uma doença, mas um padrão de conduta relacionado com o medo do julgamento dos outros: com receio de receber críticas, o tímido prefere não se expor ou se expressar. Um dos caminhos para ajudar o adolescente a lidar com isso é estabelecer um canal de diálogo com ele e mostrar quais são seus valores e as suas qualidades. Vale mostrar que receber uma avaliação negativa não deve ser encarado como o fim do mundo: é preciso saber ser elogiado e saber ser criticado.
É necessário também respeitar o comportamento do filho que é tímido. Nem todo mundo nasceu para ser popular e comunicativo e essas características não devem ser tomadas como modelos de comportamento. Porém deve-se tomar cuidado para que a timidez não cause prejuízos ao adolescente, como levá-lo ao isolamento social ou comprometer o aprendizado na escola.


"Projetamos nossas deficiências nos outros. Dizemos aos outros o que deveríamos estar dizendo a nós mesmos. Quando julgamos os outros, estamos julgando a nós mesmos. 

Se você se atacar o tempo todo com pensamentos negativos, também atacará as pessoas à sua volta - verbal, emocional ou fisicamente - e acabará destruindo alguma área de sua própria vida. 
O que você faz e o que você diz não são acidentais. Não há acidentes na vida que você criou. No mundo holográfico, tudo é você, e você está sempre falando consigo mesmo." (Debbie Ford)

sábado, 25 de maio de 2013

AMAR FAZ BEM À SAÚDE

"O amor faz transformações químicas no corpo. Ele provoca a liberação de hormônios que dão energia, disposição e a sensação de alegria", revela o psicólogo Ailton Amélio da Silva, doutor em psicologia e professor de Relacionamentos Amorosos e Comunicação na USP. 
O amor ocorre não importando os níveis: sociais, culturais, paternal, maternal e fraternal. É um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. É abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho e sem textura.
O conceito mais popular de AMOR envolve vinculo emocional com alguém, o sentimento em excelência, é um sentimento de todo ser humano, todos necessitam de amor, não importando idade e sexo.
o amor libera a endorfina no organismo, substância que proporciona sensação de bem-estar, prazer e alegria, reduzindo o risco de depressão e controlando a ansiedade e o estresse, verdadeiros riscos psicológicos para as doenças cardíacas.
A felicidade e o prazer estimulam os hormônios e melhoram o estado geral do organismo pela eliminação de toxinas nocivas à saúde, ou seja, estar apaixonado e ser amado aumentam a qualidade de vida inclusive do ponto de vista do equilíbrio bioquímico do organismo.
Para que a experiência do amor se desenvolva em nossas vidas, é necessário cuidar do amor próprio antes de querer amar alguém, o que significa auto cuidado, pois a sabedoria popular já diz que ninguém dá o que não tem.
É extremamente saudável poder dividir, planejar e construir uma vida em comum ao lado de quem se ama, mas é importante não se tornar dependente do outro, sendo fundamental ampliar a rede de relacionamentos e cultivar os amigos próprios, um sinal de autoestima saudável.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O nosso olhar que limita



Um dos nossos maiores vícios ao lidar com o ser humano é quando tentamos compreendê-lo, classificando-o dentro das categorias que construímos. Já nos primeiros contatos com uma pessoa nova, buscamos em nosso arquivo da memória referências com a qual possamos associá-la (como alguém que conhecemos que tenha uma aparência ou jeito semelhante de alguma forma),para que possamos pensar: ah, ela é assim!


A partir daí criamos rapidamente um quadro mental da sua maneira de ser e de se comportar e de como devemos lidar com ela - pois estamos sempre buscando andar em territórios seguros. 
E aí classificamos aquele conhecido de egoísta, o filho mais velho de problemático, o colega de trabalho de incompetente e a amiga de amorosa – categorias que geralmente estão mais ligadas às nossas próprias experiências passadas com outras pessoas e à maneira que passamos a ver o mundo a partir daí do que ao outro em si.  
Ao colocar as pessoas dentro desses nossos "padrões mentais", deixamos de vê-las de maneira mais completa. Por mais que esteja evidente, não perceberemos no egoísta outros lados, como a sua coragem de batalhar pelos seus objetivos e sua firmeza ao lidar com situações difíceis; ou a grande carência de afeto e a necessidade de manter as pessoas sempre à sua volta que mobiliza a amorosa a estar sempre tão receptiva às pessoas. 
Muitas vezes nos espantamos quando descobrimos que aquele fantástico chefe batalhador do qual um amigo sempre nos fala e que tanto o ajudou no trabalho, é aquele mesmo que tínhamos classificado apenas como egoísta. E a nossa amiga tão "amorosa" é vista como "chantagista emocional" pelo velho conhecido. Chegamos a perguntar se estamos falando da mesma pessoa...
Quando nos atemos rigidamente à esses padrões internos com os quais julgamos e classificamos as pessoas, ficamos presos também. Pois as categorias que criamos estreitam o nosso olhar. E. se por um lado, isso nos dá uma (falsa) ilusão de segurança, por outro lado, limita a nossa capacidade de nos relacionar e de ver o outro como ele é - em toda a sua complexidade como ser humano. 

Fica a dica