quinta-feira, 10 de julho de 2014

Colocar-se no papel de vítima impede o amadurecimento. Tal papel atribui ao outro a responsabilidade por seus danos, perdas e vivências ruins. O reparo de todo dano emocional, mesmo que causado por outros, deve ser tarefa do próprio indivíduo. 
Somente assim, supera-se dores e sofrimentos. (Sylvia Labrunetti)

 Foto: Colocar-se no papel de vítima impede o amadurecimento. Tal papel atribui ao outro a responsabilidade por seus danos, perdas e vivências ruins. O reparo de todo dano emocional, mesmo que causado por outros, deve ser tarefa do próprio indivíduo. Somente assim, supera-se dores e sofrimentos.  (Sylvia Labrunetti)                                                                                                                                                                                                                                                        
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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Mude a sua vida, mude o seu foco!

Ao mantermos o foco da nossa atenção nos aspetos menos coloridos da realidade, tendemos a sentir a nossa realidade como negativa e, em simultâneo, a agirmos de modo a facilitar para que esta se torne maissombria.
Tendemos a sentir medo a algo que não aconteceu e que poderá nunca chegar a acontecer.
Seguem algumas sugestões que podem incentivar à mudança:

- Escolha viver com curiosidade e não refém do medo – o medo limita-nos, leva-nos a evitar situações, objetos, lugares ou pessoas. A curiosidade, pelo contrário, pode levar-nos além do medo e trazer-nos experiências de contacto com tudo o que existe. Podemos encarar o mundo como um lugar de aprendizagem e expansão.

– Doseie o seu esforço e o ritmo de trabalho para poder mantê-lo por muito tempo e sem desgaste excessivo. Um trabalho bem doseado torna-se mais rentável e mais satisfatório, durante mais tempo. Além disso, a atitude com que trabalhamos pode e deve ser convertida no sentido da aceitação e não resistência.

– Aprecie a calma e a lentidão – quando atuamos em modo automático, por vezes sob pressão da pressa e das preocupações, a vida passa-nos mais ao lado. Cultivar a calma e nos tornar mais consciente cada instante.

– Experimente ser testemunha da sua própria vida – o automatismo e a precipitação são amigos da instabilidade e da falta de liberdade de escolha, do mesmo modo que a ação deliberada e assumida responsavelmente é amiga da consciência e do livre-arbítrio.

Foto: Mude a sua vida, mude o seu foco!

Ao mantermos o foco da nossa atenção nos aspetos menos coloridos da realidade, tendemos a sentir a nossa realidade como negativa e, em simultâneo, a agirmos de modo a facilitar para que esta se torne mais sombria.
Tendemos a sentir medo a algo que não aconteceu e que poderá nunca chegar a acontecer.
Seguem algumas sugestões que  podem incentivar à mudança:

- Escolha viver com curiosidade e não refém do medo – o medo limita-nos, leva-nos a evitar situações, objetos, lugares ou pessoas. A curiosidade, pelo contrário, pode levar-nos além do medo e trazer-nos experiências de contacto com tudo o que existe. Podemos encarar o mundo como um lugar de aprendizagem e expansão.

– Doseie o seu esforço e o ritmo de trabalho para poder mantê-lo por muito tempo e sem desgaste excessivo. Um trabalho bem doseado torna-se mais rentável e mais satisfatório, durante mais tempo. Além disso, a atitude com que trabalhamos pode e deve ser convertida no sentido da aceitação e não resistência.

– Aprecie a calma e a lentidão – quando atuamos em modo automático, por vezes sob pressão da pressa e das preocupações, a vida passa-nos mais ao lado.  Cultivar a calma e nos tornar mais consciente cada instante.

– Experimente ser testemunha da sua própria vida – o automatismo e a precipitação são amigos da instabilidade e da falta de liberdade de escolha, do mesmo modo que a ação deliberada e assumida responsavelmente é amiga da consciência e do livre-arbítrio.

Perdão necessário.

O ressentimento desgasta-nos física e emocionalmente. O ressentimento, para além de ser cansativo, é um sentimento que leva à depressão, ansiedade ou ataques de pânico, alterações no sistema imunitário, dificuldades cardíacas e outros problemas físicos relacionados com o nível de stress do nosso organismo. Diz-se que “o ressentimento é como a própria pessoa tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”. Comparando com a raiva, esta é como uma intoxicação alimentar que pode ser muito intensa, mas termina rapidamente. Relativamente à raiva, podemos reconhecê-la, expressá-la e, finalmente, deixá-la ir. Já dizia o escritor inglês Edward G. Bulwer-Lytton (séc. XIX) que “a raiva ventilada muitas vezes encaminha-se para o perdão; a raiva escondida muitas vezes endurece em vingança”.
Seguir em frente com a nossa vida. “Perdoar significa deixar ir o passado” (Gerald Jampolsky). Sabemos que, muitas vezes, não é assim tão fácil a pessoa libertar-se do passado. E pode haver, de forma inconsciente, uma compulsão repetitiva de voltar a um evento traumático ou a determinado padrão de comportamento.
Aceitar e estar em paz com uma situação que ocorreu e nos magoou, e saber que podemos não ficar presos a ela, dá-nos poder e controle.
Perdoar mostra-nos que estamos assumindo a responsabilidade pela nossa felicidade, em vez de deixar que as ações dos outros determinem o nosso estado de espírito.

Foto: Perdão necessário.

O ressentimento desgasta-nos física e emocionalmente. O ressentimento, para além de ser cansativo, é um sentimento que leva à depressão, ansiedade ou ataques de pânico, alterações no sistema imunitário, dificuldades cardíacas e outros problemas físicos relacionados com o nível de stress do nosso organismo. Diz-se que “o ressentimento é como a própria pessoa tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”. Comparando com a raiva, esta é como uma intoxicação alimentar que pode ser muito intensa, mas termina rapidamente. Relativamente à raiva, podemos reconhecê-la, expressá-la e, finalmente, deixá-la ir. Já dizia o escritor inglês Edward G. Bulwer-Lytton (séc. XIX) que “a raiva ventilada muitas vezes encaminha-se para o perdão; a raiva escondida muitas vezes endurece em vingança”.
Seguir em frente com a nossa vida. “Perdoar significa deixar ir o passado” (Gerald Jampolsky). Sabemos que, muitas vezes, não é assim tão fácil a pessoa libertar-se do passado. E pode haver, de forma inconsciente, uma compulsão repetitiva de voltar a um evento traumático ou a determinado padrão de comportamento. 
Aceitar e estar em paz com uma situação que ocorreu e nos magoou, e saber que podemos não ficar presos a ela, dá-nos poder e controle. 
Perdoar mostra-nos que estamos assumindo a responsabilidade pela nossa felicidade, em vez de deixar que as ações dos outros determinem o nosso estado de espírito.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

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Mude...

Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa, mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por um tempo o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente pela praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama… depois, procure dormir em outra cama.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros tipos de livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas
cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome um novo tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma
nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.Experimente coisas novas.
Troque novamente. Mude de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores de que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
Foto: E PARA O FIM DE SEMANA, UMA REFLEXÃO DO TEXTO DE CLARICE LISPECTOR. 

Mude...

Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa, mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por um tempo o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente pela praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama… depois, procure dormir em outra cama.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros tipos de livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas
cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome um novo tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma
nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.Experimente coisas novas.
Troque novamente. Mude de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores de que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
Atendimento especializado, gratuito e com profissionais de ponta para crianças com autismo. O serviço de psiquiatria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro está com inscrições abertas para receber pessoas de 3 a 12 anos de idade com o transtorno. O tratamento começa em agosto.
Para se inscrever
O tratamento dura até o fim do ano. Serão 35 vagas para crianças de até 6 anos e 40 vagas para pequenos de 6 a 12 anos. Inscrição: 2533-0118 e 2221-4896 (das 14h às 17h).
Psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos e médicos farão o cuidado. Pequenos de 3 a 6 anos terão atendimento individual. A novidade é que os responsáveis também participarão. A ideia é que eles aprendam técnicas de estímulo para fazer com as crianças, fora do ambiente hospitalar.
Saiba mais: http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2014-06-16/crianca-autista-tera-tratamento-especializado.html

quinta-feira, 26 de junho de 2014

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O corpo movimenta a vida (Patricya Travassos)

Sabe aqueles dias em que você acorda e a internet cai, a máquina de lavar quebra, a empregada não vem, a fatura do cartão de crédito chega e o céu, mesmo que azul, a seus olhos parece uma enorme nuvem negra? Você vê o dia passar em uma mistura de preguiça com mau humor, e ainda tem que carregar a própria tromba, além de buscar soluções para os problemas.
E é claro que quando a gente está assim só atrai porcaria. Fica preso numa rua atrás do caminhão de lixo, o estacionamento que sempre tem vaga, hoje, excepcionalmente, não tem, o celular que você jura que colocou na bolsa ficou em casa, algum cidadão sem educação deixou as necessidades do seu cãozinho na calçada e você acidentalmente pisa...
Perplexo, você se dá conta que a sequência de acontecimentos demonstra que o universo realmente não está conspirando a seu favor.
Uma maneira de reverter este quadro e sair do ciclo de negatividade é praticar exercícios físicos. Já que nada está dando certo, zere o dia. Vá para academia, caminhe ao ar livre, alongue, respire, oxigene, sue.
Pode parecer absurdo, mas nada funciona melhor para mudar a qualidade dos acontecimentos e dos nossos pensamentos do que a atividade física. O inicio pode ser difícil, e tudo acaba se tornando um pouco pior quando pinta o mau humor, mas o resultado é surpreendente.
De repente, o peso dos problemas desaparece, a mente fica mais clara e criativa. Temos a nítida sensação de que somos capazes de resolver tudo e que, por mais grave que seja a situação, existe uma luz no fim do túnel.

A gente acumula muito estresse no corpo e, quando se movimenta, consegue liberar essa energia parada. É por isso que a maior parte das práticas de meditação ou de expansão de consciência aconselha a pratica diária de exercícios como um facilitador para acalmar a mente.
Que tal incluir o movimento, seja ele qual for, todos os dias na sua vida? Você não acredita? Então, experimenta!
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sexta-feira, 20 de junho de 2014

UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA !!!

Foto: A TODOS UM ÓTIMO FIM DE SEMANA.

Insônia

As dicas a seguir podem ajudar a melhorar o sono:

* Evite cafeína à tarde e à noite;
* Não tire cochilo;
* Coma em horas certas as grandes refeições;
* Faça exercícios na parte da tarde/noite;
* Deite-se e pense em coisas boas;
* Faça de sua cama um lugar confortável e prazeroso;
* Antes de deitar tome um banho morno;
* Evite computador à noite;
* Leia ou assista algo que te faça rir;
* Ouça uma música relaxante, de preferência deitado.

Fonte: Revista Psiquê

Fica a dica